Benefícios de praticar exercícios físicos durante a gestação

22.03| Gestação
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Durante a gravidez, muitas futuras mamães podem ficar confusas: é bom praticar exercícios ou eles machucam o bebê? Para a maioria das gestantes, os exercícios físicos não apenas são liberados como recomendados. Podem ser feitos tanto no começo da gravidez quanto no final, sendo necessário apenas adaptar ao melhor tipo de atividade para cada trimestre. Porém, antes de sair praticando, recomenda-se orientação médica para definir a melhor frequência e intensidade.

Atenção: Há casos em que os exercícios físicos são desaconselhados, pois envolvem descolamento de placenta e gravidez de risco.

Os benefícios de praticar exercícios físicos durante a gestação são muitos: eles ajudam a reduzir a ansiedade, o estresse e aumentar a autoestima. Além disso, é uma ótima forma de controlar o ganho de peso. Eles auxiliam também no funcionamento dos pulmões e do coração, diminuem dores e incômodos. Manter o tipo de atividade habitual.

Caso você, antes de engravidar, fazia algum esporte ou exercício físico, o recomendado é manter o tipo, apenas reduzindo a intensidade e não forçando muito. Para as mulheres que não tinham tempo ou vontade de fazer atividades físicas, é hora de começar!

Abaixo, listamos os melhores exercícios e os benefícios que eles podem proporcionar:

Caminhada:

Ideal para mulheres que eram levavam uma vida sedentária, por ser considerada uma atividade leve. A recomendação é que a gestante opte por roupas leves, tênis com sistema de amortecimento, além de levar consigo uma garrafa com água para hidratação durante os movimentos.

Frequência sugerida: 3 a 4 vezes por semana, em horários no qual o sol não esteja forte (antes das 10h e depois das 17h).

Vantagens: favorece o funcionamento cardiovascular e o aumento do fluxo sanguíneo.

Corrida leve:

Para quem já era acostumada a correr, pode continuar. Basta diminuir a intensidade e cuidar com o jeito que pisa, para que o impacto seja menor.

Frequência sugerida: 3 vezes por semana, por 30 minutos, respeitando o seu ritmo.

Pilates:

Além de ser tendência, é uma atividade gostosa de fazer e pode ser realizada na companhia de amigas gestantes ou não.

Frequência sugerida: 2 ou 3 vezes por semana.

Vantagens: melhora a respiração e a frequência cardíaca, além de alongar e fortalecer os músculos. Um dos maiores benefícios é para a postura.

Hidroginástica ou natação:

Ambos podem ser praticados por mulheres antes sedentárias. Os exercícios são facilitados pela água, que diminui a força gravitacional.

Frequência sugerida: 2 a 4 vezes por semana.

Vantagens: ajuda a diminuir as dores no pé, nas costas e o inchaços nas pernas. É ótimo também para a respiração, para os músculos e proporciona relaxamento corporal.

Bicicleta ergométrica:

É recomendada para que seja feita durante os 2 primeiros trimestres da gravidez. No terceiro, pode ser que o tamanho da barriga dificulte os movimentos.

Frequência sugerida: 3 a 5 dias por semana. De preferência, escolha uma que tenha encosto para as costas.

Vantagens: auxilia no controle da respiração e na resistência física, ambos fundamentais na hora do parto.

Alongamentos:

É importante escolher alongamentos mais leves. Para isso, o indicado é consultar um treinador ou um fisioterapeuta para saber as posições mais adequadas.

Frequência sugerida: podem ser feitos diariamente, tanto por mulheres sedentárias ou não.

Musculação leve:

Quem fazia musculação em academia antes de engravidar, pode continuar, mas é fundamental reduzir a intensidade dos exercícios e moderar na quantidade de repetições.

Ioga:

Esse exercício também é agradável, pois mexe com o corpo e com a mente.

Vantagens: alonga e tonifica os músculos, proporciona maior flexibilidade corporal, além de reduzir dores na coluna e ser uma atividade muito relaxante.

E aí? Com qual deles você mais se identifica? Consulte seu médico e faça um plano de exercícios físicos para fortalecer a saúde sua e do seu bebê!

Coisas de menino e coisas de menina. Isso existe?

20.03| Infância
#56

Quem nunca ouviu de alguém (geralmente mais velho) que existem coisas de menino e coisas de menina? Essa falácia é, basicamente, a réplica de estereótipos, baseados na herança cultural, de opiniões passadas de uma geração para outra. Porém, os estereótipos são perigosos, pois acabam resultando na difusão de preconceitos (que uma vez enraizados, são complicados de se desfazerem) e na repressão de talentos que poderiam ser melhor desenvolvidos.

Crianças precisam ser livres para escolher. E para quem está preocupado que essa liberdade seja determinante para a opção sexual no futuro, repense. Estamos falando de crianças, que costumam não ter malícia e só se preocupam em se divertir.

Estereótipos devem ser evitados o máximo possível. É difícil romper essas barreiras históricas quando parece que o mundo continua a reforçá-las? Com certeza. Mas a sua decisão certamente irá influenciar no tipo de pessoas que seus filhos serão no futuro. Por isso, vale a pena ler com carinho e refletir os itens a seguir:

Brincadeiras

Primeiro, é preciso apresentar o conceito infantil de brincar. Além de ser uma prazerosa atividade, é uma forma de aprendizagem, de compreender o mundo e tudo aquilo que a criança vivencia. Também é considerada uma maneira de expressar aquilo que ela ainda não consegue transformar em palavras.

Por isso, a criança muitas vezes utiliza o que ela viveu, viu e ouviu e as reproduz nas brincadeiras. Ela observa os adultos e depois imita o que eles fazem. Então, algumas vezes, os estereótipos acabam sendo reforçados de forma inconsciente no dia a dia. Ao perceber que só a mãe faz comida e que só o pai trabalha, a criança pode entender que apenas esse comportamento é o correto.

E se tem uma prática que parece estar arraigada, é a de comprar brinquedos “de menina” para meninas e “de menino” para meninos. Ao brincar, desde pequenas, com bonecas, mamadeiras, carrinhos de bebê e pequenas réplicas de fogões, pias, geladeiras e alimentos, a menina é “criada” para ser mãe e dona de casa. Já o menino tem uma variedade de opções que simulam o trabalho fora de casa. Mas não seria interessante criar ambos os gêneros para serem bons pais, saberem cuidar de uma casa e também trabalhar fora? Essa é a realidade dos adultos, por que não deixar que as crianças também a vivenciem de forma lúdica?

Portanto, a dica é apresentar diversas coisas e deixar seu filho ou filha escolher o que gosta. Nada de forçar a decisão. Afinal, ela precisa ser livre para explorar, descobrir e ser espontânea.

Choro, emoções e sentimentos

O choro, primeira forma de comunicação de qualquer pessoa é, na maioria das vezes, um sinal de que alguma coisa não está bem. Isso é válido em qualquer idade. Mas até pouco tempo atrás, era considerado uma fraqueza. “Fica quieto, menino não chora!” ou “Se você chorar, vai apanhar”, dizia o pai; e o filho engolia as lágrimas, guardando o motivo e deixando o assunto mal-resolvido. Cresciam com toda uma carga emotiva reprimida, que acabava sendo externada de outra forma, não necessariamente saudável.

Hoje, as coisas mudaram e continuam mudando. Os pais entendem que precisam ajudar a criança a lidar com o que está acontecendo. Por mais que seja incômodo e os deixem preocupados, eles precisam reservar tempo para descobrir o motivo do choro e ajudá-las a entender que é normal a criança reagir dessa forma. Afinal, chorar faz bem, “limpa a alma”. Depois, quando seu filho ou filha estiver pronto, converse e incentive-o a falar, desabafar. Dessa forma, ele ou ela aprenderá a resolver os conflitos sem agressividade e com diálogo. Não é uma opção bem mais agradável?

Outras emoções e sentimentos não precisam ser escondidos, nem ser motivo de vergonha. Um menino demonstrar carinho pela mãe, ajudar a cuidar de um amigo doente, respeitar as mulheres, se dispor a ouvir o que um amigo ou amiga tem a dizer ou simplesmente manifestar sensibilidade é completamente normal. Pais, aceitem isso, e incentivem. Aquela ideia de “homem-macho-insensível” está totalmente ultrapassada.

Qualidades e defeitos

Cada filho é único, não há dois iguais. E nem um que seja 100% igual ao pai ou à mãe. Por isso, querer fazer deles uma versão em miniatura sua ou que irmãos (mesmo gêmeos) tenham o mesmo jeito é reprimir a individualidade deles.

Se antes, o senso comum dizia que meninos eram bagunceiros, não tinham frescura, eram corajosos, relaxados e/ou aventureiros, hoje já sabemos que não é bem assim. Seu filho pode (e tem todo o direito de) ser organizado, não gostar de cebola, ter medo de barata, ser cuidadoso e gostar de atividades mais calmas. Não tem problema algum.

Assim como meninas, geralmente classificadas como delicadas, organizadas, choronas, cuidadosas, prendadas. E se sua filha for estabanada, bagunceira, não chorar por tudo e não saber fazer comida. É o fim do mundo?

Por isso, a criança deve ser orientada a ser uma pessoa de boa índole e caráter impecável, não a ser um estereótipo de menino ou menina. Você pode ensiná-la a cuidar de uma casa porque no futuro pode ser necessário, mesmo ela sendo menina ou menino. Ou pode ajudá-la a desenvolver resiliência, a respeitar o gênero oposto, a se importar com as pessoas, entre muitas outras coisas. A ser uma pessoa preparada para quase tudo.

Atividades e gostos

É normal e saudável que as crianças façam atividades extracurriculares. Muitos pais, porém, presumem que o filho vai querer fazer futebol, judô ou algo relacionado à ciência e que a filha deseja fazer ballet, pintura, artes, dança ou ginástica. Será mesmo? Por mais que seu filho ou filha seja uma criança, será que ele ou ela não deve expressar a opinião?

Então, antes de matricular seu filho ou filha em algum curso ou escolinha, é importante perguntar o que ele ou ela gosta de fazer e se ele ou ela gostaria de fazer tal atividade. A chance de que ele ou ela continuem felizes é extremamente alta.

Exemplos de figuras fortes para repensar as amarras de gêneros

Para meninas: Marta (jogadora de futebol), Ronda Rousey (lutadora), Hilary Clinton (figura política), Kyra Gracie (lutadora de jiu-jitsu), Ada Lovelace (programadora), Marie Curie (cientista), Johanna Dobereiner (agrônoma e química), Amelia Earhart (aviadora), Cristina Rosito (piloto de Fórmula Truck), Luiza Helena Trajano (empresária).

Para meninos: Alex Atala, Jamie Oliver e Gordon Ramsay (chefs de cozinha), Fred Astaire (dançarino), Rodrigo Cintra (hair stylist), Fernando Torquatto (maquiador), Alexandre Herchcovitch (designer de moda), Thiago Soares (bailarino), Diego Hypolito (ginasta).

Links da Semana #141

17.03| Links da Semana

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A cada semana, você encontrará recomendações de matérias importantes, que vão te deixar ainda mais informada sobre o universo do seu filho. Confira os cinco melhores links desta semana:

Dengucho na Moda: Brinquedos para crianças em Curitiba

07.03| Dengucho na Moda

Hoje em dia as crianças estão cada vez mais conectadas com o mundo virtual (em alguns casos até mais conectadas que nós adultos, né?!). Que tal mudar um pouco esse fato e fazer o seu denguinho brincar ao ar livre, com brinquedos super legais que ele vai adorar? Vai ser muito divertido!

Nas lojas Denguinho, você encontra diversos brinquedos para crianças de todas as idades! Seu denguinho vai adorar e vai se divertir muuuito! Confira as dicas:

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Venha conferir esses e outros brinquedos nas lojas Denguinho em Curitiba:

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Esperamos sua visita! 

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Como saber se estou em trabalho de parto?

22.02| Gestação
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Você já deve ter visto em vários filmes e seriados a seguinte cena: a personagem, grávida, avisa que o bebê vai nascer e, então, começa a correria para levá-la ao hospital. Ao chegar, ela é informada de que é alarme falso e que não está em trabalho de parto. Outra cena comum: a bolsa estoura, e tanto a gestante quanto o parceiro ficam desesperados, com medo que o bebê nasça no caminho.

Na vida real, na maioria das vezes não é necessário desespero e correria. Mas, mesmo assim, a dúvida fica na cabeça da futura mamãe: “como saber se estou em trabalho de parto?”. Calma, vamos te ajudar! Mesmo que os últimos nove meses e a reta final sejam diferentes de mulher para mulher, você precisa ficar atenta a alguns sinais comuns a todas e saber como interpretá-los.

Falso trabalho de parto – o famoso “foi alarme falso!”

É possível que você tenha alguns sintomas que se assemelham muito ao momento em que o corpo se prepara para o parto. As contrações incomodam, mas não doem e não têm ritmo. Podem acontecer a cada 30 minutos (ou mais) e causar dilatação de 2 a 3 centímetros. Não se assuste: ainda não está na hora.

Por que isso acontece? Esta é uma forma do corpo treinar antes do verdadeiro momento de trazer o bebê ao mundo.

Trabalho de parto – “é hora do show!”

As contrações ficam frequentes, intensas, fortes, demoradas e, principalmente, doloridas. O ritmo varia de 30 até 3 minutos. O bebê se posiciona para nascer, então a barriga fica mais baixa e ocorre o endurecimento do útero e região. Algumas mulheres sentem dores nas costas (região lombar) que parecem com cólicas pré-menstruais.

Outros sinais:

> Eliminação do tampão de muco.

Também conhecida como Rolha de Schröder, é uma secreção localizada no fim do colo do útero. Ela funciona como impermeabilizante, ou seja, evita que bactérias da vagina ou infecções contaminem o líquido amniótico.

> A bolsa estoura.

Ao contrário do que os filmes mostram, não precisa se desesperar. A criança pode nascer em até 24 horas depois do rompimento da bolsa. Então relaxe: dá tempo de tomar banho, terminar de arrumar a bolsa maternidade e chamar alguém para te levar ao hospital ou à maternidade. É importante, no entanto, não demorar mais que 6 horas para encontrar seu médico.

Obstetra, o melhor amigo da gestante

Caso ainda tenha dúvidas, basta entrar em contato com o/a obstetra. Ele/ela provavelmente fará uma série de perguntas (a frequência das contrações, se você consegue andar enquanto está tendo uma contração e outros sintomas) e dirá o que você precisa fazer.

Se os sinais não ocorrerem depois de 40 semanas de gestação, avise o médico. Nesses casos, o  risco de complicações pode aumentar. Por isso, é possível que o médico sugira o parto induzido. Mas lembre-se: isso não ocorre com frequência. Então caso seja necessário, ele/ela te avisará.

Ansiedade

Entrar em trabalho de parto pode ser um momento muito emocionante e cheio de ansiedade. Nada mais justo, afinal, você está a poucas horas de apresentar o mundo ao seu bebê e conhecer a carinha dele. Que delícia! Está quase!

Até lá, o que posso fazer?

A bolsa maternidade está pronta? A roupinha para saída maternidade do  seu denguinho está separada? E o resto do enxoval? Não se preocupe! As Lojas Denguinho têm tudo que o seu bebê precisa para os primeiros dias, assim como itens para as primeiras semanas, meses e anos. Confira mais em nosso site:

Alterações de humor na gravidez: como lidar?

19.02| Gestação
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Guarde estes dois nomes: Estrógeno e Progesterona. Não, eles não são sugestões de nomes para bebês, esses dois hormônios são responsáveis por preparar a corpo da mamãe durante a gestação. Além disso, os danadinhos são os grandes causadores das alterações de humor na gravidez. Mas é claro, não são os únicos fatores.

Entenda o que está acontecendo

Nos três primeiros meses, ou 12 semanas como as gestantes costumam dizer, os níveis hormonais sobem bem lá no alto. Por isso aquela montanha-russa de ansiedade, insegurança, anseios, choros e tudo o mais.

Não é para menos que as mulheres tenham tantas alterações de humor na gravidez, afinal, tem um bebezinho sendo gerado, o que é uma coisa maravilhosa, mas que gera aquela confusão na cabeça.

Busque apoio

Procurar conversar é uma das melhores formas de lidar com isso. Nessas horas, é recomendado procurar alguém que já tenha passado pelas mesmas coisas, como a sua mãe, irmã e amigas, vale até a sogra. Dessa forma você verá que tais anseios são mais comuns do que imagina.

Peça ajuda do marido

Ter o apoio do seu parceiro também é fundamental. Afinal, ele é a melhor pessoa para dividir as preocupações e procurar juntos formas de lidar com isso. É claro que ele também terá as inseguranças masculinas, mas como ele não sofrerá com um turbilhão de hormônios alterando o humor e mudando o corpo, o futuro papai precisa passar segurança para a mamãe.

Conversas, massagens relaxantes, dar espaço e apoiar a mulher são algumas ações que podem ajudar muito a deixar a mamãe mais segura para lidar com as alterações de humor na gravidez.

E aquela vontade de comer...

Quanto aos desejos alimentares, que podem ser ocasionados por ansiedade, fatores psicológicos e/ou deficiência de nutrientes, também é algo bem comum durante essa fase. Então, já deixe o seu marido ciente que ele poderá ser incumbido de encontrar um mercado aberto às 5 da manhã para comprar alcachofra e geleia de pêssego.

Um momento de calmaria

Com o passar dos meses, essas sensações controversas e confusas tendem a ficar mais sob controle, conforme a mamãe receba apoio e consiga lidar com as suas emoções.

Nos últimos meses de gestação, com a proximidade do tão esperado momento de dar à luz, é normal que volte a insegurança e a ansiedade. Procurar relaxar, meditar, visitar amigos e parentes, realizar um tipo de atividade física específica para gestante são meios que ajudam a lidar com isso.

Aprendendo com a vida

Para finalizar, lembre-se que ninguém vem ao mundo com um manual de instrução. Não foi assim com você e também não será com o seu filho. A vida é um aprendizado constante e a fase da gravidez é uma das mais marcantes para uma pessoa.

Por isso, não se sinta culpada de ficar com a cabeça a mil e lembre-se sempre de buscar apoio no seu parceiro, amigos e familiares, tenha certeza que eles vão te paparicar muito, afinal, mamães merecem todo o carinho do mundo.

Links da semana #137

17.02| Links da Semana
Links da Semana

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