Dengucho na Moda: Bota um casaco, menina!

O Dengucho na Moda esta em clima de inverno! ❄  Bruuuu  ☃

Separamos algumas ideias legais de looks com casacos para meninas:

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Venha conferir esses e outras roupas para crianças nas Lojas Denguinho:

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Mundo do Dengucho | Existe uma quantidade ideal de brinquedos para o meu filho?

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Talvez em algum momento você já tenha feito essa indagação: “existe uma quantidade ideal de brinquedos para o meu filho?”. Afinal, como pais educadores e protetores que somos, sempre estamos procurando informações e fontes confiáveis que nos ajudem a proteger os nossos filhos diante de excessos e também da faltas. Enfim, buscando o limite!

Para responder a essa indagação, fizemos uma pesquisa e buscamos saber o que dizem os especialistas. Continue a leitura deste texto e saiba qual é o limite ideal de brinquedos para o seu filho.
O excesso de brinquedos produz uma formação adulta consumista

De acordo com uma recente pesquisa feita pelo portal IG, com especialistas do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ter muitos brinquedos não é adequado para uma criança, pois dificulta a compreensão ou o entendimento do que seja o limite. Com isso, a pesquisa diz que a criança pode crescer com possibilidades de se tornar um adulto consumista.

Além disso, outro ponto destacado é que a regra básica é brincar, tendo ou não brinquedos. O brinquedo entra apenas como um complemento do ato de brincar e de aprender e os pais precisam ter ciência disso.

Os especialistas também apontaram que se as crianças não tiverem brinquedos oriundos da indústria, qualquer outro objeto simples que represente uma brincadeira saudável pode se tornar motivo de lazer para elas.
Ponderar é o ideal: nem muito, nem menos

De acordo com o psicólogo Áderson Costa e também professor da Universidade de Brasília, alguns brinquedos podem colaborar para o ensino-aprendizado das crianças e consequentemente para o seu desenvolvimento.

À medida que elas vão crescendo, diz o especialista, é preciso dosar a quantidade de brinquedos e adotar os tipos de brinquedos levando em consideração a idade da criança. Não precisa ser necessariamente brinquedos caros, como muitos pais acreditam, afirma ele.

Por exemplo, quando os bebês estão começando a engatinhar, adotar certos tipos de brinquedos como os coloridos e os que mudam de cor pode fazer bem à criança e aguçar a sua curiosidade. Já para criança um pouco mais desenvolvida, entre 3 a 4 anos, não há tanto interesse nos brinquedos para bebês, elas se sentem mais instigadas por brinquedos de encaixe e desencaixe.

Se por um lado temos a necessidade de limitar o excesso de brinquedos para que a criança não se torne um adulto consumista, por outro, temos a necessidade de ter certos brinquedos para colaborar com o seu desenvolvimento.

Assim, não existe necessariamente uma quantidade ideal de brinquedos para o seu filho. O que deve pesar no processo de aquisição de brinquedos para a criança é a ponderação.

O que os pais devem saber é que muito mais importante do que o brinquedo é brincar, envolver a criança em atividades lúdicas, prazerosas e felizes, que deem a ela qualidade de vida através do lazer.

Gostou deste texto? Fique por dentro de conteúdos exclusivos sobre assuntos relacionados ao tema deste artigo. Basta acompanhar as nossas publicações no Blog do Dengucho!

Como curtir o Ano Novo com os filhos

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Dezembro está quase acabando e não há jeito melhor de celebrar as datas comemorativas do que com a família, ainda mais se vocês têm crianças pequenas. Mas, para que você possa aproveitar o Ano Novo com os filhos, existem algumas dicas importantes. E nós separamos as principais para você.

Segurança

Se você decidiu passar a virada do Ano Novo com os filhos em um lugar com muita gente, a atenção deve ser redobrada! É claro que você pode deixar a criança brincar tranquilamente, desde que ela esteja perto dos pais. Se você preferir, você pode até vesti-la com uma roupa mais chamativa, assim é mais fácil de encontrá-la, caso a perca de vista. E se quiser garantir, pode até identificar seu filho (a) com uma pulseira, por exemplo.

Outra questão que merece atenção é a água. Se a família for comemorar a chegada de 2018 na praia, mantenha sempre a criança por perto. Já, se a celebração for em um clube, verifique se as piscinas tem proteção. Se não tiverem, uma boa saída é escolher uma mesa longe dessa área.

Na virada

Para que os pais e os filhos aproveitem da melhor maneira possível a virada, é importante se preparar durante o dia. Uma boa ideia é deixar que a criança descanse o máximo possível. Você inclusive pode atrasar os horários da soneca. Assim, ela vai conseguir ficar acordada até mais tarde. Mas, se a virada não for comemorada em casa, é importante levar o carrinho do seu filho (a). Dessa forma, se ele ficar cansado, poderá dormir em um local onde já está acostumado. E é claro, não esqueça de levar um casaco ou guarda-chuva!

Cuidado também com as comidas que você vai dar para ele durante o dia. Prefira alimentos leves e não esqueça de oferecer bastante água e sucos. Já para o jantar, é uma boa ideia levar uma marmita para a criança, pois é possível que ela não queira nenhum alimento da ceia.

Fora de casa

Se você não quer se preocupar com toda a preparação para a ceia, que tal passar o Ano Novo com os filhos fora de casa? Você pode escolher um clube ou viajar para algum hotel ou pousada. E se vocês escolherem a segunda opção, ainda podem aproveitar para tirar uns dias de folga. Dessa forma, poderão passar mais tempo com as crianças, aumentando a conexão com a família. Sem falar que é uma ótima forma de descansar e aproveitar a virada.

Metas

Não são só os adultos que podem ter metas para 2018. Que tal fazer uma lista de objetivos para o Ano Novo com os filhos? Basta conversar com eles para saber as coisas que eles acreditam que podem melhorar. Alguns exemplos são:

– Comer mais alimentos saudáveis;

– Manter os brinquedos arrumados;

– Ser educado com outras crianças.

No final do ano, vocês podem conversar novamente para analisarem como eles se saíram!

Gripe ou resfriado? Saiba como diferenciar e tratar

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Dentre as doenças que podem atingir os pequenos, a gripe ou resfriado estão entre as principais. Mas para tratá-las da melhor forma possível, é essencial diferenciá-las. Pensando nisso, preparamos um post para te ajudar a descobrir qual desses males está prejudicando seu filho (a).

O que são?

Tanto a gripe, quanto o resfriado são doenças respiratórias que podem atingir pessoas de todas as idades. Apesar de serem semelhantes, a gripe é causada pelo vírus Influenza, enquanto o resfriado pode ser transmitido pelo Rinovírus, Coronavírus, Adenovírus, Vírus Sincicial, entre outros.

Quais são as diferenças?

Além da diferença da causa de cada uma dessas doenças, também existem distinções com relação aos sintomas. Por exemplo, enquanto os sinais da gripe aparecem de uma hora para a outra, os do resfriado surgem aos poucos. A duração dos males também é diferente. A gripe permanece geralmente uma semana, já o resfriado passa em no máximo quatro dias.

Sintomas

Os sintomas que aparecem quando a criança está com gripe ou resfriado são os mesmo:

– Febre;

– Dores no corpo;

– Fraqueza;

– Nariz entupido;

– Tosse;

– Dor de garganta;

– Dor de cabeça.

Apesar de serem iguais, eles surgem em intensidades diferentes, sendo sempre mais brandos no resfriado. Além disso, a fraqueza e as dores de garganta e cabeça podem ser que nem apareçam nesses casos. Mas, para ter certeza absoluta de qual é a doença, fique atento (a) a espirros. Eles são comuns em resfriados, mas não na gripe.

Como evitar?

Para evitar que seu filho (a) pegue doenças como gripe ou resfriado, é preciso cuidar principalmente dos hábitos de limpeza. Além disso, você deve manter o ambiente arejado e evitar o contato dele (a) com pessoas que estejam com sintomas dessas enfermidades.

Como tratar?

Para saber a melhor forma de tratamento para o seu bebê, o ideal é consultar ou entrar em contato imediato com o pediatra. Mas, no geral, existem algumas coisas que você pode fazer para reduzir o incômodo dele. Por exemplo, é possível realizar a higiene nasal com soro fisiológico e fazer inalação. Dessa forma, fica mais fácil de eliminar o catarro.

Mas, se os sintomas estiverem incomodando muito, os médicos precisam receitar algum medicamento. Um que é bastante usado nesses casos é o Benegrip Multi, pois sua composição ajuda a reduzir as dores, febre e coriza. Sua indicação é para bebês que já tenham ao menos 2 anos.

Atenção

Se seu filho (a) estiver com resfriado, os riscos de piora da doença são menores. Já na gripe essa tendência aumenta. Porém, em ambos os casos é preciso tomar cuidado. Pois, enquanto o primeiro pode causar bronquite, otite e sinusite, o segundo pode chegar ao ponto de uma pneumonia.

Por isso, independentemente se seu pequeno (a) está com gripe ou resfriado, é preciso entrar em contato com o pediatra o quanto antes, para tomar todos os cuidados necessários, garantindo que ele se recupere logo!

Cuidados no verão que você deve ter com seus filhos

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As férias estão chegando e nesse período é comum que as famílias aproveitem o tempo livre para viajar e conhecer novos lugares. Os destinos mais procurados geralmente possuem praias ou piscinas, mas se um dos membros da família ainda é pequenininho, é preciso ter cuidado redobrado. Por isso, nós separamos algumas dicas super importantes, que certamente vão te ajudar a se preparar para essa folga tão esperada.

Kit de primeiros socorros

Se tem uma coisa que você não pode esquecer na hora de fazer a mala do seu filho (a) é o kit de primeiros socorros. Com a ajuda do pediatra, você pode montar ele de acordo com as necessidades do pequeno (a), mas no geral, eles devem conter:

– Anti-inflamatórios;

– Analgésicos;

– Colírio;

– Algodão;

– Gaze;

– Cotonetes;

– Band-aids;

– Pinças;

– Tesouras;

– Termômetros;

– Álcool;

– Soro fisiológico;

– Mercúrio;

– Repelentes;

– Hidratante;

– Protetor solar.

Segurança

Para começar a viagem com o pé direito, um dos principais cuidados no verão é com a segurança. Por isso, em viagens de carro é primordial usar a cadeirinha apropriada, levando em consideração o tamanho e a idade da criança. Além disso, não esqueça de oferecer água e comida durante o trajeto, principalmente em trechos mais longos.

Praia ou piscina

Quem tem filhos pequenos deve redobrar a atenção nesses lugares! O ideal é sempre acompanhar as crianças quando elas forem entrar na água. Também é importante se certificar sobre a poluição da mesma e controlar o tempo dentro do mar ou piscina, já que o excesso pode causar problemas como otite e infecções de pele.

Um dos principais cuidados no verão diz respeito ao sol! Evite os horários próximos ao meio dia, deixando seu filho (a) exposto até as 10h e depois das 16h (no horário de verão, acrescente uma hora). Também não esqueça de passar o protetor solar pelo menos 15 minutos antes da exposição (lembre-se das orelhas e pés).

Calor

Se vocês estiverem em um lugar muito quente, evite agasalhar demais o pequeno (a). Além disso, tenha cuidado com o ar condicionado, pois ele pode deixar o espaço muito seco. Uma boa alternativa são os ventiladores, mas eles devem estar sempre limpos e nunca voltados diretamente para a criança. E se estiver fazendo muito calor a noite, uma boa ideia é dar banho no seu filho antes de colocá-lo para dormir.

Hidratação

Beber água é sempre fundamental, mas quando o assunto são as crianças, esse se torna um dos principais cuidados no verão. Ofereça água frequentemente para seu filho e também esteja atenta (o) a alguns sintomas como:

– Diarreia ou vômitos há no mínimo 24h;

– Boca seca;

– Irritabilidade;

– Moleza;

– Perda de elasticidade na pele;

– Pouco xixi;

– Olhos fundos.

Esses sintomas podem indicar que o pequeno (a) está com desidratação, que pode ser causada, inclusive, por rota vírus. Se esse for o caso, entre em contato com o pediatra e dê água, sucos naturais e soro caseiro para a criança. Se ainda estiver na fase da amamentação, basta oferecer o peito quando ele (a) pedir.

Alimentação

É preciso ter cuidado com os alimentos que seu bebê vai ingerir, principalmente comidas exóticas, cruas ou muito pesadas. O ideal é manter uma dieta leve, com refeições completas, que inclua frutas, saladas e carnes grelhadas. Doces em excesso também devem ser evitados. E se seu filho tiver algum tipo de alergia, sempre verifique se as comidas que você vai dar a ele não contém as substâncias que o prejudicam.

Faça você mesmo: Festinha divertida de Halloween

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Todo dia 31 de Outubro é comemorado o Halloween (ou Dia das Bruxas, como é mais conhecido aqui no Brasil). A tradição é muito mais conhecida e apreciada por quem não mora aqui no país, mas aos poucos o Halloween está chegando com força por aqui! Se você já é adepto a essa comemorar essa data e sair por aí pedindo “doces ou travessuras”, olha só algumas ideias de festinha divertida de Halloween que você mesmo pode organizar, fazer brincadeiras e decorar:

Dicas que você precisa saber sobre dentes de leite

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O nascimento dos primeiros dentes de leite, passando pela fase das janelinhas, até a dentição permanente é um ciclo que faz parte da infância de todo mundo. Além dos cuidados com a higiene bucal, para uma dentição forte e saudável, há muitas dúvidas e curiosidades sobre esse processo.

Então, para ser uma mamãe nota 10 em dentes de leite preparamos esse post especial. Confira!

Por que chamamos dentes de leite?

O nome técnico para essa primeira dentição é dentes decíduos, o que não soa tão fofo quanto dentes de leite. Porém, o motivo para chamarmos dessa maneira está relacionado a cor, bem branquinha, e a textura que lembram o leite e, também, ao fator da dentição temporária ser algo característico dos seres que mamam quando nascem (mamíferos).

Quando os dentes de leite começam a nascer?

Os dentinhos de leite começam a ser formados por volta da sexta semana de gestação, mas só aparecem mesmo após o quarto mês de nascença. Ocasião que o bebê começa a sentir bastante coceirinha na gengiva e pode ficar irritadinho.

Qual a ordem de nascimento dos dentes de leite?

Apesar de não ser uma regra, normalmente, a ordem de aparecimento dos dentes de leite é a seguinte:

— dentes incisivos inferiores (dos 5 aos 12 meses);

— dentes incisivos superiores (dos 7 aos 10 meses);

— dentes laterais superiores e inferiores (dos 9 aos 12 meses);

— primeiros molares superiores e inferiores (dos 12 aos 18 meses);

— caninos superiores e inferiores (os 18 aos 24 meses);

— segundos molares inferiores e superiores (dos 24 aos 30 meses).

Curiosidade: os dentes de baixo nascem antes dos de cima e os dentinhos surgem aos pares, sempre um esquerdo e um direito.

Para que servem os dentes de leite?

Basicamente, eles têm uma função provisória, auxiliando na trituração dos alimentos, para facilitar a alimentação e digestão, e no preparo da musculatura do maxilar para o nascimento dos dentes permanentes.

Por que os dentes de leite caem?

Enquanto os dentes permanentes estão crescendo, eles vão corroendo e diminuindo a raiz dos dentes provisórios, o que faz com que esses fiquem molinhos e, consequentemente, caiam para dar lugar ao permanente que está nascendo.

Pode arrancar o dente de leite?

Aquela história de amarrar o dente com uma linha no trinco da porta, ou comer algo duro para o dente cair não é muito recomendado pelos especialistas. Isso porque esses métodos podem ser agressivos, machucando a gengiva e ocasionando danos ao ciclo natural do dente.

O correto é deixar o dente cair sozinho, o que pode ser difícil já que a criança fica brincando com o dente molinho. Então procure distrair a criança ou procurar um dentista para ter orientações mais precisas.

O dente de leite não cai, e agora?

O processo de troca dos dentes pode durar dos 4 até os 12 anos. Entretanto, fatores como falta de espaço ou inexistência do dente permanente, gengiva muito fibrosa e problemas no crescimento podem ocorrer. O recomendado é visitar um dentista regularmente, para que o especialista faça o acompanhamento preciso de cada caso.

Qual a diferença do dente de leite e do dente permanente?

Basicamente, os dentinhos de leite são menores, mais clarinhos, possuem menos camada de esmalte e tem a raiz mais estreita.

O que fazer com o dente de leite?

A tradição diz que a criança deve colocar o dente que caiu embaixo do travesseiro, para que a fada do dente leve embora e deixe uma moedinha. Essa brincadeira é uma forma lúdica de estimular a criatividade do seu filho, além de ser uma fase descontraída entre papais e filhotes. Mas, você sabia que é possível armazenar em laboratório o dente de leite que caiu?

Assim como o cordão umbilical, os dentes de leite são fontes de células-tronco mesenquimais multipotentes, ou seja, células-troncos que podem ser cultivadas a fim de seres usadas futuramente em procedimentos de regeneração de tecidos, tanto pelo próprio doador quanto por membros da família

Como cuidar dos dentes de leite?

Por fim, a higiene bucal é muito importante para assegurar a saúde sistêmica dos pequenos. Durante o processo de troca de dentes, o seu filho fica mais vulnerável as bactérias e cáries, por isso, a escovação entre refeições, assim como o uso de fio dental deve ser estimulada e orientada. Inclusive, nesse post ensinamos como cuidar dos dentes das crianças!

Dicas de alimentação para o seu bebê de até 1 ano

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Será que já é hora de trocar o peito pela papinha? Frutas amassadas ou papinha de legumes? A alimentação para o bebê sempre é motivo de dúvidas para as mamães e papais, afinal, sempre queremos manter a saúde dos pequerruchos.

Então, confira as nossas dicas de alimentação para o seu bebê até o primeiro aninho:

0 a 6 meses

Nessa fase, o único alimento que o seu bebê deve ingerir é o leite materno. Nele, há tudo o que é necessário para a criança se desenvolver de forma saudável, sem a necessidade de nenhum tipo de complemento, o que inclui vitaminas, nutrientes e até mesmo água.

Algumas mamães acham que possuem o leite fraco, o que não passa de um mito, e, por isso, oferecem chazinhos ou água para a criança. O que é desnecessário. Inclusive, oferecer esses líquidos pode fazer com que a criança engula ar, ocasionando cólicas no bebê.

Nos casos em que a alimentação do bebê for por meio de leite em pó adaptado, nessa fase da vida o indicado é oferecer mamadeiras sempre que ele quiser, em torno de 6 a 7 por dias, e, nessa situação, deve-se dar água à criança.

6 a 7 meses

Depois dos seis primeiros meses de idade, a alimentação do bebê já pode ser complementada com novos alimentos. Porém, a amamentação deve continuar até os dois anos de idade.

Nesse momento de transição, a dica de alimentação é intercalar os alimentos entre as mamadas, começando com frutas pastosas amassadas. Banana, manga, mamão e caqui são ótimas para fazer uma papinha.

7 a 9 meses

A partir do sétimo mês, a alimentação do bebê já pode ser de comidinhas salgadas em purê, para facilitar o processe de digestão da criança. Papinhas com legumes, feijão e carne de frango ou peru também fazem parte do cardápio, mas sempre lembrando de oferecer água para o pequeno.

Nessa idade, iogurtes leves, sorvetinhos caseiros e gema de ovo cozido também podem ser oferecidas ao bebê.

Depois que seu filho já estiver acostumado com as papinhas, comece a oferecer alimentos sólidos em pedaços que ele consiga mastigar, como futas ou grãos cozidos. Isso é importante para que ele vá aprendendo a sentir texturas e desenvolvendo mais o paladar.

9 a 1 ano

Até um ano de idade, o ideal é que a alimentação do bebê seja o mais próximo possível da dos pais, respeitando, é claro, alimentos com temperos muito forte. Além da alimentação balanceada, as refeições compartilhadas servem para que o pequeno desenvolva laços com a família.

Com um aninho, a criança estará apta a ingerir de tudo, como cereais, massas, carne, frutas e legumes. Porém, alimentos com muita gordura e açúcar devem ser evitados.

Lembrando que a criança sempre aprende pelo exemplo, então, é um ótimo momento de controlar a alimentação de toda a família em prol da saúde.

Quer saber mais sobre o universo divertido do seu denguinho?

Os inimigos do sono 2: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

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Na matéria anterior (clique aqui para ler Os Inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?), foram abordados 9 pontos que podem estar prejudicando o sono do seu filho. Mas como dissemos, não são só aqueles. Confira outros inimigos do sono e saiba o que fazer quando seu filho não quer dormir:

Falta de uma sequência habitual (ritual) para a hora do sono:

Se você perguntar para a criança “vamos dormir?”, há grande probabilidade de ela responder com um sonoro “Não!”. Não é necessário perguntar, mas criar uma sequência de acontecimentos que acalmam e preparam a criança para o sono. Nela, você pode incluir o banho, o momento de vestir o pijaminha, a contação de histórias, o beijinho na bochecha ou na testa e o que mais for de ajuda nesse processo.

Pais ausentes na hora de dormir:

Se um dos pais (ou os dois) trabalha à noite ou se recusa a participar do momento de colocar o filho para dormir, a criança sente falta. Portanto, é de grande auxílio se ambos puderem estar presentes para o ritual do sono.

Medo da perda dos pais durante a noite:

Muitas crianças passam pela fase de ter medo de dormir por achar que os pais vão deixá-las durante esse período. Uma forma de afastar essa sensação ruim dos pequenos é contar o que vai acontecer em seguida (exemplo: “você vai dormir agora, mas de manhã eu vou estar aqui para ajudá-lo a se vestir”) ou combinar algo que envolva os dois (exemplo: “depois de dormir, que tal a gente fazer uma panqueca super gostosa?”).

Ficar no quarto até que a criança durma:

Esse ponto é polêmico, então serve mais como recomendação aos pais. Se conseguirem sair do quarto antes que a criança durma, deixando que ela adormeça sozinha, é melhor. Isso ajuda a criar independência, mas o sucesso disso varia muito com o perfil da criança.

Medo do escuro ou de barulhos (associados, pela criança, à presença de monstros no quarto):

Como a criança não percebe que o quarto no escuro é o mesmo que no claro e que é normal ouvir alguns barulhos (que passam despercebidos durante o dia), vale sentar com ela para dar explicações, caso tenha idade para entender. Caso contrário, os pais podem fingir verificar embaixo da cama ou dentro do armário para mostrar que ela não precisa se preocupar com nada.

Alimentação pesada ou inadequada à noite:

Quando o organismo recebe uma comida pesada, de difícil digestão, ou que contenha açúcar (que aumenta os níveis de adrenalina e causa excitação e ansiedade), o sono da criança tende a ser prejudicado, levando a noites mal- dormidas – e, consequentemente, ao famoso mau-humor matinal.

Impaciência:

Você coloca seu filho para dormir e um minuto depois ele chama e diz que está sem sono. Na verdade, é bem possível que ele não tenha dado tempo suficiente para que o sono chegue. Ensine, então, que ele precisa ter paciência para que possa adormecer – ficar chamando de cinco em cinco minutos não vai ajudar em nada.

Acontecimentos que causem excitamento antes de dormir:

A chegada de visitas, ganhar um presente, ver a mãe começar a preparar um bolo. Quem conseguiria dormir com coisas tão interessantes acontecendo? Evite situações que possam ser extremamente atraentes e que deixem a criança ansiosa para continuar acordada.

É claro que não é fácil, mas evitar os inimigos do sono infantil trará diversos benefícios ao humor da criança, ao acúmulo de energia e ao rendimento dela na escola. Faça a tentativa e depois conte para a gente o resultado!

Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Todo mundo sabe que o sono é importante, principalmente para as crianças. Dormir bem permite à criança recarregar as energias e possibilita aos pais algum tempo de descanso. Mas qual é a solução caso o pequeno se recuse a dormir ou tenha dificuldades para descansar plenamente? Confira os inimigos do sono, como contorná-los e o que fazer quando seu filho não quer dormir:

Para iniciar o assunto, cada faixa etária precisa de uma determinada quantidade de horas de sono, como é possível perceber na lista a seguir:

De 0 a 3 meses

O mínimo é de 11h e o máximo é de 19h de sono;

Dos 4 aos 11 meses

O mínimo é de 10h e o máximo é de 18h de sono;

Entre 1 e 2 anos de idade

O mínimo é de 9h e o máximo é de 16h de sono;

Na fase dos 2 aos 5 anos de idade

O mínimo é de 8h e o máximo é de 14h de sono;

Já entre os 6 e os 13 ano de idade

O mínimo é de 7h e o máximo é de 12h de sono.

Muitas vezes, porém, esse ideal não é cumprido por alguns fatores, que fazem com que seu bebê ou criança durma menos do que o recomendado. Quais são eles?

Barulhos altos e iluminação excessiva

Na hora de dormir, se fora do quarto da criança estiver mais interessante, com sons, muita movimentação e luzes ligadas, é claro que ela não vai querer dormir. Por isso, tranquilize os ambientes: diminua o som da TV, reduza o volume das conversas e evite andar de um lado para o outro, pelo menos até que ela pegue no sono.

Eletrônicos que emitem bastante luz (TV, celular, tablet)

Podem ser usados até uma hora antes de dormir. Depois, atrapalham o sono dos pequenos.

Energia acumulada

Seu filho está com a “corda” toda e não para na cama? A solução é colocá-lo para “gastar” essa energia durante o dia, por meio de atividades físicas e brincadeiras com bastante movimento. Deixe que ele corra, ande, pule… até cansar. Então, o sono virá de forma mais fácil.

Troca do dia pela noite

Se ele dorme o dia inteiro e se recusa a dormir à noite, é porque ele está descansado. O problema, no entanto, é que o resto da casa também não dorme. Para mudar a situação, você pode regular o horário que ele acorda e limitar o sono diurno para uma soneca no meio da tarde. Com o tempo, vocês chegarão ao equilíbrio.

Falta de regras e de rotina

Um dia a criança vai dormir em um horário “x”; no outro, ela adormece jogando videogame em um horário “y”. Não ter um horário certo para dormir e ter uma rotina bagunçada, na qual a criança dorme de qualquer jeito, é muito prejudicial. Portanto, estabelecer regras e uma série de atividades que preparem a criança para a chegada do sono é fundamental (saiba mais clicando aqui!).

Sinais de sono ignorados

Na maioria das vezes, a criança com sono fica irritada, birrenta, o famoso “ficar chatinha”, mas se recusa a dormir. Nesses casos, ela não sabe interpretar a sensação de vontade de dormir, então é necessário que os pais reconheçam os sinais e iniciem a rotina que antecede o sono. Do contrário, a situação pode sair do controle.

Desconfortos

Quem consegue dormir com algo incomodando? Difícil; às vezes, impossível. Com o sono da criança, acontece a mesma coisa. Se estiver calor ou frio demais, se o pijama ou a roupa íntima estiverem apertados, algo atrapalhando ou doendo, ela ficará acordada resmungando/chorando até que o problema seja resolvido.

Problemas que influenciam no sono

Insônia, roncos e bruxismo são exemplos de problemas que podem estar afetando a noite do seu pequeno. É importante procurar a ajuda do pediatra para analisar o que pode estar causando tais incômodos.

Mudanças bruscas que mudam a rotina da criança

Se ela está acostumada com um esquema e, de repente, acontece algo importante que altera a rotina dela, o sono pode ser prejudicado. A chegada de um irmãozinho, o começo da vida escolar ou a troca de instituição, o divórcio dos pais, a mudança de casa ou do berço para a cama são fatores a serem considerados. Conversar com a criança e deixá-la expor o que ela está sentindo ajuda muito no processo.

Além dessas, há outras causas que fazem com que seu filho não tenha uma boa noite de sono. Elas serão abordadas em breve, então siga a Denguinho no Facebook e fique atento para não perder outros inimigos do sono das crianças!