Faça você mesmo: Festinha divertida de Halloween

Halloween Pumpkins

Todo dia 31 de Outubro é comemorado o Halloween (ou Dia das Bruxas, como é mais conhecido aqui no Brasil). A tradição é muito mais conhecida e apreciada por quem não mora aqui no país, mas aos poucos o Halloween está chegando com força por aqui! Se você já é adepto a essa comemorar essa data e sair por aí pedindo “doces ou travessuras”, olha só algumas ideias de festinha divertida de Halloween que você mesmo pode organizar, fazer brincadeiras e decorar:

Dicas que você precisa saber sobre dentes de leite

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O nascimento dos primeiros dentes de leite, passando pela fase das janelinhas, até a dentição permanente é um ciclo que faz parte da infância de todo mundo. Além dos cuidados com a higiene bucal, para uma dentição forte e saudável, há muitas dúvidas e curiosidades sobre esse processo.

Então, para ser uma mamãe nota 10 em dentes de leite preparamos esse post especial. Confira!

Por que chamamos dentes de leite?

O nome técnico para essa primeira dentição é dentes decíduos, o que não soa tão fofo quanto dentes de leite. Porém, o motivo para chamarmos dessa maneira está relacionado a cor, bem branquinha, e a textura que lembram o leite e, também, ao fator da dentição temporária ser algo característico dos seres que mamam quando nascem (mamíferos).

Quando os dentes de leite começam a nascer?

Os dentinhos de leite começam a ser formados por volta da sexta semana de gestação, mas só aparecem mesmo após o quarto mês de nascença. Ocasião que o bebê começa a sentir bastante coceirinha na gengiva e pode ficar irritadinho.

Qual a ordem de nascimento dos dentes de leite?

Apesar de não ser uma regra, normalmente, a ordem de aparecimento dos dentes de leite é a seguinte:

— dentes incisivos inferiores (dos 5 aos 12 meses);

— dentes incisivos superiores (dos 7 aos 10 meses);

— dentes laterais superiores e inferiores (dos 9 aos 12 meses);

— primeiros molares superiores e inferiores (dos 12 aos 18 meses);

— caninos superiores e inferiores (os 18 aos 24 meses);

— segundos molares inferiores e superiores (dos 24 aos 30 meses).

Curiosidade: os dentes de baixo nascem antes dos de cima e os dentinhos surgem aos pares, sempre um esquerdo e um direito.

Para que servem os dentes de leite?

Basicamente, eles têm uma função provisória, auxiliando na trituração dos alimentos, para facilitar a alimentação e digestão, e no preparo da musculatura do maxilar para o nascimento dos dentes permanentes.

Por que os dentes de leite caem?

Enquanto os dentes permanentes estão crescendo, eles vão corroendo e diminuindo a raiz dos dentes provisórios, o que faz com que esses fiquem molinhos e, consequentemente, caiam para dar lugar ao permanente que está nascendo.

Pode arrancar o dente de leite?

Aquela história de amarrar o dente com uma linha no trinco da porta, ou comer algo duro para o dente cair não é muito recomendado pelos especialistas. Isso porque esses métodos podem ser agressivos, machucando a gengiva e ocasionando danos ao ciclo natural do dente.

O correto é deixar o dente cair sozinho, o que pode ser difícil já que a criança fica brincando com o dente molinho. Então procure distrair a criança ou procurar um dentista para ter orientações mais precisas.

O dente de leite não cai, e agora?

O processo de troca dos dentes pode durar dos 4 até os 12 anos. Entretanto, fatores como falta de espaço ou inexistência do dente permanente, gengiva muito fibrosa e problemas no crescimento podem ocorrer. O recomendado é visitar um dentista regularmente, para que o especialista faça o acompanhamento preciso de cada caso.

Qual a diferença do dente de leite e do dente permanente?

Basicamente, os dentinhos de leite são menores, mais clarinhos, possuem menos camada de esmalte e tem a raiz mais estreita.

O que fazer com o dente de leite?

A tradição diz que a criança deve colocar o dente que caiu embaixo do travesseiro, para que a fada do dente leve embora e deixe uma moedinha. Essa brincadeira é uma forma lúdica de estimular a criatividade do seu filho, além de ser uma fase descontraída entre papais e filhotes. Mas, você sabia que é possível armazenar em laboratório o dente de leite que caiu?

Assim como o cordão umbilical, os dentes de leite são fontes de células-tronco mesenquimais multipotentes, ou seja, células-troncos que podem ser cultivadas a fim de seres usadas futuramente em procedimentos de regeneração de tecidos, tanto pelo próprio doador quanto por membros da família

Como cuidar dos dentes de leite?

Por fim, a higiene bucal é muito importante para assegurar a saúde sistêmica dos pequenos. Durante o processo de troca de dentes, o seu filho fica mais vulnerável as bactérias e cáries, por isso, a escovação entre refeições, assim como o uso de fio dental deve ser estimulada e orientada. Inclusive, nesse post ensinamos como cuidar dos dentes das crianças!

Dicas de alimentação para o seu bebê de até 1 ano

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Será que já é hora de trocar o peito pela papinha? Frutas amassadas ou papinha de legumes? A alimentação para o bebê sempre é motivo de dúvidas para as mamães e papais, afinal, sempre queremos manter a saúde dos pequerruchos.

Então, confira as nossas dicas de alimentação para o seu bebê até o primeiro aninho:

0 a 6 meses

Nessa fase, o único alimento que o seu bebê deve ingerir é o leite materno. Nele, há tudo o que é necessário para a criança se desenvolver de forma saudável, sem a necessidade de nenhum tipo de complemento, o que inclui vitaminas, nutrientes e até mesmo água.

Algumas mamães acham que possuem o leite fraco, o que não passa de um mito, e, por isso, oferecem chazinhos ou água para a criança. O que é desnecessário. Inclusive, oferecer esses líquidos pode fazer com que a criança engula ar, ocasionando cólicas no bebê.

Nos casos em que a alimentação do bebê for por meio de leite em pó adaptado, nessa fase da vida o indicado é oferecer mamadeiras sempre que ele quiser, em torno de 6 a 7 por dias, e, nessa situação, deve-se dar água à criança.

6 a 7 meses

Depois dos seis primeiros meses de idade, a alimentação do bebê já pode ser complementada com novos alimentos. Porém, a amamentação deve continuar até os dois anos de idade.

Nesse momento de transição, a dica de alimentação é intercalar os alimentos entre as mamadas, começando com frutas pastosas amassadas. Banana, manga, mamão e caqui são ótimas para fazer uma papinha.

7 a 9 meses

A partir do sétimo mês, a alimentação do bebê já pode ser de comidinhas salgadas em purê, para facilitar o processe de digestão da criança. Papinhas com legumes, feijão e carne de frango ou peru também fazem parte do cardápio, mas sempre lembrando de oferecer água para o pequeno.

Nessa idade, iogurtes leves, sorvetinhos caseiros e gema de ovo cozido também podem ser oferecidas ao bebê.

Depois que seu filho já estiver acostumado com as papinhas, comece a oferecer alimentos sólidos em pedaços que ele consiga mastigar, como futas ou grãos cozidos. Isso é importante para que ele vá aprendendo a sentir texturas e desenvolvendo mais o paladar.

9 a 1 ano

Até um ano de idade, o ideal é que a alimentação do bebê seja o mais próximo possível da dos pais, respeitando, é claro, alimentos com temperos muito forte. Além da alimentação balanceada, as refeições compartilhadas servem para que o pequeno desenvolva laços com a família.

Com um aninho, a criança estará apta a ingerir de tudo, como cereais, massas, carne, frutas e legumes. Porém, alimentos com muita gordura e açúcar devem ser evitados.

Lembrando que a criança sempre aprende pelo exemplo, então, é um ótimo momento de controlar a alimentação de toda a família em prol da saúde.

Quer saber mais sobre o universo divertido do seu denguinho?

Os inimigos do sono 2: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

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Na matéria anterior (clique aqui para ler Os Inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?), foram abordados 9 pontos que podem estar prejudicando o sono do seu filho. Mas como dissemos, não são só aqueles. Confira outros inimigos do sono e saiba o que fazer quando seu filho não quer dormir:

Falta de uma sequência habitual (ritual) para a hora do sono:

Se você perguntar para a criança “vamos dormir?”, há grande probabilidade de ela responder com um sonoro “Não!”. Não é necessário perguntar, mas criar uma sequência de acontecimentos que acalmam e preparam a criança para o sono. Nela, você pode incluir o banho, o momento de vestir o pijaminha, a contação de histórias, o beijinho na bochecha ou na testa e o que mais for de ajuda nesse processo.

Pais ausentes na hora de dormir:

Se um dos pais (ou os dois) trabalha à noite ou se recusa a participar do momento de colocar o filho para dormir, a criança sente falta. Portanto, é de grande auxílio se ambos puderem estar presentes para o ritual do sono.

Medo da perda dos pais durante a noite:

Muitas crianças passam pela fase de ter medo de dormir por achar que os pais vão deixá-las durante esse período. Uma forma de afastar essa sensação ruim dos pequenos é contar o que vai acontecer em seguida (exemplo: “você vai dormir agora, mas de manhã eu vou estar aqui para ajudá-lo a se vestir”) ou combinar algo que envolva os dois (exemplo: “depois de dormir, que tal a gente fazer uma panqueca super gostosa?”).

Ficar no quarto até que a criança durma:

Esse ponto é polêmico, então serve mais como recomendação aos pais. Se conseguirem sair do quarto antes que a criança durma, deixando que ela adormeça sozinha, é melhor. Isso ajuda a criar independência, mas o sucesso disso varia muito com o perfil da criança.

Medo do escuro ou de barulhos (associados, pela criança, à presença de monstros no quarto):

Como a criança não percebe que o quarto no escuro é o mesmo que no claro e que é normal ouvir alguns barulhos (que passam despercebidos durante o dia), vale sentar com ela para dar explicações, caso tenha idade para entender. Caso contrário, os pais podem fingir verificar embaixo da cama ou dentro do armário para mostrar que ela não precisa se preocupar com nada.

Alimentação pesada ou inadequada à noite:

Quando o organismo recebe uma comida pesada, de difícil digestão, ou que contenha açúcar (que aumenta os níveis de adrenalina e causa excitação e ansiedade), o sono da criança tende a ser prejudicado, levando a noites mal- dormidas – e, consequentemente, ao famoso mau-humor matinal.

Impaciência:

Você coloca seu filho para dormir e um minuto depois ele chama e diz que está sem sono. Na verdade, é bem possível que ele não tenha dado tempo suficiente para que o sono chegue. Ensine, então, que ele precisa ter paciência para que possa adormecer – ficar chamando de cinco em cinco minutos não vai ajudar em nada.

Acontecimentos que causem excitamento antes de dormir:

A chegada de visitas, ganhar um presente, ver a mãe começar a preparar um bolo. Quem conseguiria dormir com coisas tão interessantes acontecendo? Evite situações que possam ser extremamente atraentes e que deixem a criança ansiosa para continuar acordada.

É claro que não é fácil, mas evitar os inimigos do sono infantil trará diversos benefícios ao humor da criança, ao acúmulo de energia e ao rendimento dela na escola. Faça a tentativa e depois conte para a gente o resultado!

Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Todo mundo sabe que o sono é importante, principalmente para as crianças. Dormir bem permite à criança recarregar as energias e possibilita aos pais algum tempo de descanso. Mas qual é a solução caso o pequeno se recuse a dormir ou tenha dificuldades para descansar plenamente? Confira os inimigos do sono, como contorná-los e o que fazer quando seu filho não quer dormir:

Para iniciar o assunto, cada faixa etária precisa de uma determinada quantidade de horas de sono, como é possível perceber na lista a seguir:

De 0 a 3 meses

O mínimo é de 11h e o máximo é de 19h de sono;

Dos 4 aos 11 meses

O mínimo é de 10h e o máximo é de 18h de sono;

Entre 1 e 2 anos de idade

O mínimo é de 9h e o máximo é de 16h de sono;

Na fase dos 2 aos 5 anos de idade

O mínimo é de 8h e o máximo é de 14h de sono;

Já entre os 6 e os 13 ano de idade

O mínimo é de 7h e o máximo é de 12h de sono.

Muitas vezes, porém, esse ideal não é cumprido por alguns fatores, que fazem com que seu bebê ou criança durma menos do que o recomendado. Quais são eles?

Barulhos altos e iluminação excessiva

Na hora de dormir, se fora do quarto da criança estiver mais interessante, com sons, muita movimentação e luzes ligadas, é claro que ela não vai querer dormir. Por isso, tranquilize os ambientes: diminua o som da TV, reduza o volume das conversas e evite andar de um lado para o outro, pelo menos até que ela pegue no sono.

Eletrônicos que emitem bastante luz (TV, celular, tablet)

Podem ser usados até uma hora antes de dormir. Depois, atrapalham o sono dos pequenos.

Energia acumulada

Seu filho está com a “corda” toda e não para na cama? A solução é colocá-lo para “gastar” essa energia durante o dia, por meio de atividades físicas e brincadeiras com bastante movimento. Deixe que ele corra, ande, pule… até cansar. Então, o sono virá de forma mais fácil.

Troca do dia pela noite

Se ele dorme o dia inteiro e se recusa a dormir à noite, é porque ele está descansado. O problema, no entanto, é que o resto da casa também não dorme. Para mudar a situação, você pode regular o horário que ele acorda e limitar o sono diurno para uma soneca no meio da tarde. Com o tempo, vocês chegarão ao equilíbrio.

Falta de regras e de rotina

Um dia a criança vai dormir em um horário “x”; no outro, ela adormece jogando videogame em um horário “y”. Não ter um horário certo para dormir e ter uma rotina bagunçada, na qual a criança dorme de qualquer jeito, é muito prejudicial. Portanto, estabelecer regras e uma série de atividades que preparem a criança para a chegada do sono é fundamental (saiba mais clicando aqui!).

Sinais de sono ignorados

Na maioria das vezes, a criança com sono fica irritada, birrenta, o famoso “ficar chatinha”, mas se recusa a dormir. Nesses casos, ela não sabe interpretar a sensação de vontade de dormir, então é necessário que os pais reconheçam os sinais e iniciem a rotina que antecede o sono. Do contrário, a situação pode sair do controle.

Desconfortos

Quem consegue dormir com algo incomodando? Difícil; às vezes, impossível. Com o sono da criança, acontece a mesma coisa. Se estiver calor ou frio demais, se o pijama ou a roupa íntima estiverem apertados, algo atrapalhando ou doendo, ela ficará acordada resmungando/chorando até que o problema seja resolvido.

Problemas que influenciam no sono

Insônia, roncos e bruxismo são exemplos de problemas que podem estar afetando a noite do seu pequeno. É importante procurar a ajuda do pediatra para analisar o que pode estar causando tais incômodos.

Mudanças bruscas que mudam a rotina da criança

Se ela está acostumada com um esquema e, de repente, acontece algo importante que altera a rotina dela, o sono pode ser prejudicado. A chegada de um irmãozinho, o começo da vida escolar ou a troca de instituição, o divórcio dos pais, a mudança de casa ou do berço para a cama são fatores a serem considerados. Conversar com a criança e deixá-la expor o que ela está sentindo ajuda muito no processo.

Além dessas, há outras causas que fazem com que seu filho não tenha uma boa noite de sono. Elas serão abordadas em breve, então siga a Denguinho no Facebook e fique atento para não perder outros inimigos do sono das crianças!

Dicas para aliviar a cólica do bebê

Pretty woman holding a newborn baby in her arms

É de cortar o coração quando você vê o seu/sua filho(a) chorando por ter cólica, né?! Até porque, na maioria das vezes, a gente não sabe muito bem o que fazer para aliviar essa dor horrível na barriguinha deles…

Nos primeiros meses de vida, infelizmente, é bem comum que os bebês tenham bastante cólica. Isso acontece porque o sistema digestivo ainda é bem sensível e delicado, mesmo que ele(a) esteja sendo alimentado(a) apenas com o leite materno, pois o corpinho ainda está aprendendo a digerir.

Mas será que existem maneiras de aliviar a cólica do bebê? Claro que sim! Separamos algumas dicas bem legais para você, mas lembre-se: antes de aplicá-las, consulte seu pediatra. Veja as dicas do Dengucho abaixo:

Dieta restrita da mamãe

Em alguns casos, pode ser que a cólica do seu neném esteja sendo causada por alguns tipos de alimentos que você mesma está consumindo. Geralmente, as mamães têm que entrar em uma dieta restrita (por exemplo, sem leite e derivados) para que as cólicas parem de acontecer com tanta frequência. Vale a pena se consultar e ver certinho se você precisa disso!

Cuidar após as mamadas

É essencial que, após as mamadas, você coloque o bebê para arrotar, pois ele(a) pode ter engolido ar durante a alimentação, o que pode causar cólicas também.

Massagem na barriguinha

Essa dica você já deve ter ouvido por aí. Massagear a barriguinha do bebê para que aconteça a liberação de gases pode ajudar, e muito! Aplique uma leve pressão na barriga e pronto!

Banho morno e prolongado

Uma outra solução que também adianta bastante para aliviar a cólica, segundo o especialista Hamilton Robledo, pediatra da Rede de Hospitais São Camilo (SP), é dar um banho morno e prolongado no neném, para que ele(a) relaxe. Outra coisa que pode ajudar é colocar na barriguinha uma bolsa de água quente ou fazer compressas com um pano morno mesmo.

Exercícios com as perninhas

Outro jeito de aliviar a cólica do bebê é fazer exercícios dobrando as perninhas dele(a) em direção ao abdômen, de maneira calma e gradual, para ajudar na eliminação dos gases.

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Como lidar com a birra do meu filho?

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Imagine a situação: você está no mercado e de repente se depara com aquela criança “birrenta”, reclamando e chorando para os pais por algum motivo qualquer… A maioria das pessoas pensa o quê?! “Nossa, meu filho não vai fazer isso!” “Se fosse comigo, eu faria diferente”. Mas às vezes não é bem assim. Quando você vê, já está passando pela mesma situação com seus filhos! E agora? Como lidar com a birra do meu filho?

Calma, mamãe e papai! Vamos te dar algumas dicas para lidar com a birra do seu filho. Mas, antes, saiba que as dicas aqui não são “instruções” a serem seguidas, até porque todas as crianças e famílias são diferentes. O ideal é experimentar e procurar a solução que mais se encaixe no seu caso! Confira:

O jeito de falar.

Segundo a psicoterapeuta francesa Isabelle Filliozat, o certo é você se colocar no lugar da criança e tentar entender o mundo pela ótica dela. Em seu livro “Já tentei de tudo”, ela sugere parar de dizer “não” nesses casos, pois ele não funciona. O ideal é dizer “pare”. Pense: ao dizer não, você faz uma cara de crítica e franze as sobrancelhas, enquanto ao dizer pare, você abre os olhos em sinal de alerta e o tom é imperativo, sem ser crítico; “dessa forma, você interrompe o movimento”, explica ela. Depois que a criança te obedecer, mostre-a outra atividade ou algo que a entretenha e estimule sua criatividade.

Contorne a situação com firmeza.

Nenhuma solução quanto a isso envolve palmadas, puxões de orelha ou gritos e elevação de voz: a melhor coisa é contornar a situação com firmeza e autoridade na voz, mas ao mesmo tempo ser acolhedor. Perder o controle pode assustar ainda mais o seu filho, portanto, tenha paciência! Fale com a criança na altura dela, com calma, explicando que essas atitudes não irão mudar nada. Pegue-a no colo e faça-a prestar atenção em você!

Não ceda!

Muitas vezes os pais acabam cedendo aos filhos, por culpa ou falta de paciência… evite isso ao máximo! Senão eles aprendem que fazendo birra eles conseguem o que querem, e com certeza não é isso que você quer ensinar para eles. Além disso, se for necessário, dê castigo proporcionais. As crianças precisam entender que seus atos têm consequências e, por isso, a punição pode vir a acontecer. E, novamente, não ceda e não se arrependa!

Compare a atitude do seu filho ao das pessoas ao redor.

“Olha lá, o seu amiguinho está tão comportado! ”. Uma técnica que já é utilizada por muitos pais é a de comparar a atitude do filho com a das pessoas ao redor, para fazê-lo enxergar além dele mesmo.

Valorize o bom comportamento.

Sempre que seu filho se comportar bem, lembre-se de valorizar e reforçar esse bom comportamento. É muito importante que seu filho entenda essas situações e isso vai te ajudar a prevenir outras birras futuramente.

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Dicas para ter mais tempo para ficar com os filhos

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Ser mãe e trabalhar ao mesmo tempo é um dos maiores desafios da vida de uma mulher, ainda mais nos dias de hoje em que sempre estamos na correria e cheias de compromissos! Mas como driblar esses obstáculos, ser produtiva no trabalho e ainda ter mais tempo para ficar com seu filho? Fique de olho nas dicas:

Trace objetivos:

Em ambos os papeis (tanto de mãe quanto de profissional), trace objetivos que você acha que vai conseguir cumprir em um determinado período de tempo. Por exemplo, o objetivo de mãe poderia ser: passar 2 horas a mais com o filho. O objetivo profissional: traçar prioridades em suas tarefas e cumpri-las no prazo estipulado. Depois de estabelecer esses objetivos, planeje a sua semana em cima deles!

Hora da refeição:

Determine uma (ou mais) refeições para fazer junto com sua família e seus filhos. Seja um almoço rápido ou o jantar, é importante passar um tempo descontraído junto com quem você ama! Não ligue a TV ou vá direto para o computador…é importante que vocês conversem sobre o dia a dia de cada um.

Antes de dormir:

Que tal ler uma historinha ou simplesmente ir ao quarto dos seus filhos para vocês conversarem? Antes de dormir é um bom horário para fazer essas pequenas coisas que fazem toda a diferença no dia a dia!

Aos finais de semana:

Ao invés de passar o final de semana todo descansando em casa, que tal aproveitar o tempo com seus filhos? Brincar no parque, passear, visitar amigos/parentes, fazer alguma brincadeira criativa com eles… tudo vale a pena para você ter mais tempo de lazer e relaxar ao lado dos pequenos!

Trabalho e dever de casa:

Caso aconteça de você precisar trabalhar em casa, divida a mesa com seus filhos e peça para que eles façam o dever de casa enquanto você trabalha. Assim, eles se sentirão importantes e seguros por você estar por perto!

Essas foram algumas dicas do Dengucho para você! :)

Será que castigo funciona?

Será que castigo funciona?

Essa é uma questão difícil de responder. Existem diferentes tipos de crianças e de pais também; por isso, não há uma fórmula de sucesso, e a melhor forma de educar compete à família. O importante, em qualquer situação, é que pais e filhos estabeleçam combinados e que ambos cumpram o que foi definido.

Caso os pais decidam utilizar o castigo como forma de educar caso os filhos desobedeçam ao combinado, seguem dicas para que tenham boas chances de funcionar:

Antes de tudo, a base tem que ser o diálogo claro entre as duas partes. Não somente quando alguma coisa está errada, mas uma verdadeira e profunda relação com os filhos.

É na conversa que a criança vai entender sobre comportamento adequados, limites e as consequências das ações dela, incluindo em casos de desobediência.

Os pais precisam falar uma só língua. Se um for impassível e o outro permissivo, não vai dar certo.

O castigo funciona melhor com crianças maiores de 2 anos, que já conseguem entender mais facilmente os conceitos de ação e reação.

Ele precisa ser usado como parte da educação da criança, não apenas como punição.

Será que castigo funciona?

Faça o possível para deixar o castigo como último recurso porque se for a punição de sempre, pode ser que chegue o momento em que não funcione mais.

Deixe claro que estão chateados com a atitude da criança, não com ela. E que dar castigos não é agradável para vocês.

Converse com a criança para explicar os motivos do castigo que ela vai receber. Abra espaço para ela justificar as próprias ações.

Seja firme e mantenha um tom sério nesse momento. Olhe nos olhos da criança. Não hesite ou olhe com dúvida para seu parceiro ou parceira.

Se você está com raiva, evite aplicar o castigo nesse estado. Tire um momento para espairecer e, então, sente para conversar com seus filhos.

Será que castigo funciona?

Tente dar castigos que sejam relacionados ao que a criança fez, e mantenha a proporção, independentemente do seu humor na hora. Ou seja, não exagere no castigo por algo não tão grave que ela cometeu.

Resolva o que aconteceu entre vocês, em um lugar privado, não em frente a outras pessoas.

Segundas chances são interessantes, afinal errar é natural do ser humano. O que não pode acontecer é isso se tornar constante; do contrário, o momento do castigo será sempre adiado e os combinados ficarão banais.

Não caia em chantagens emocionais e manipulações. Se algo foi combinado e bem explicado, não volte atrás por causa de choros e manhas. Porque se funcionar uma vez, a criança vai usar essa tática nas próximas vezes.

Se o mau comportamento resulta em castigo, o bom comportamento precisa ser apreciado. Não com presentes (porque o bom comportamento precisa ser algo natural, não uma troca), mas com reconhecimento. Reconhecer que a criança agiu bem e que ela precisa continuar a agir dessa forma vai incentivá-la a fazer o certo.

Conhece outras dicas que podem ajudar a fazer os castigos funcionarem na educação das crianças? Conte para nós!

Férias de julho: o que fazer neste período com as crianças

Férias de julho: o que fazer neste período com as crianças

As férias de julho chegaram – e, por mais que isso seja delicioso para as crianças, os pais costumam ficar confusos sobre o que fazer para ocupar o tempo livre da garotada. Se esse é o seu caso e você está se perguntando o que fazer nas férias de julho com as crianças, nós te ajudamos com uma lista bem divertida e simples de atividades:

Se a família inteira está de férias nessa época, que tal uma viagem? Pode ser para a casa dos avós, dos tios, dos primos… ou quem sabe uma viagem internacional? De qualquer maneira, é preciso pensar se o destino oferece oportunidades para que o pequeno se distraia. Afinal, se for ficar entediado, melhor ficar entediado em casa (e essa não é a ideia, não é mesmo?).

Visitas a parques, idas à praia (caso esteja quente o bastante), trilhas em meio à natureza, contato com animais são programas que costumam agradar a todas as idades.

Caso não seja possível viajar, uma ideia é conversar com os pais dos coleguinhas e programar para que a criançada se encontre cada vez em uma casa para brincar o dia inteiro (ou a tarde inteira). É importante, porém, que em cada local tenha um adulto para supervisioná-las.

As horas passadas em frente a aparelhos tecnológicos (celular, tablet, computador, videogame, TV…) precisam ficar equilibradas com o tempo passado em brincadeiras e atividades que não os envolvam. E o que a criança pode fazer? Brincar com jogos de tabuleiro, em parquinhos ao ar livre (desde que as crianças estejam bem agasalhadas), atividades que dependam de criatividade (desenho, pintura, origamis, entre outros) ou até mesmo o tradicional faz-de-conta.

Outra ideia legal é programar passeios a museus e shoppings. Alguns museus costumam oferecer programação especial para crianças nesta época, e os shoppings disponibilizam atividades voltadas aos pequenos (patinação no gelo, circuitos temáticos, workshops infantis de gastronomia e piscina de bolinhas, por exemplo).

Algum filme infantil interessante está em cartaz no cinema? Um espetáculo de dança ou peça de teatro? Marque horários para curtir programas assim com seus filhos.

Fazer um “cinema” em casa é um programa muito divertido! Basta arrumar o sofá ou colocar um colchão no chão, jogar várias almofadas, travesseiros e cobertores, e estourar uma pipoquinha ou fazer um delicioso chocolate quente. Depois, é só escolher o filme e apertar o play! As crianças vão amar!

Seus filhos querem fazer um lanchinho no meio da tarde? Então coloque-os para ajudar! Dessa atividade, podem sair maravilhosos bolinhos, mini-pizzas, sanduíches e muito mais.

Mais para o final do mês, caso seja necessário renovar alguns materiais escolares, leve as crianças para ajudar na escolha e, assim, antecipar a compra de novos materiais que serão utilizados quando eles voltarem às aulas.

E quanto à rotina das crianças? É bom manter os horários para dormir e fazer as refeições?

Teoricamente, o mais saudável é que as crianças acordem e durmam no mesmo horário e mantenham a rotina em relação às refeições. Na prática, sabemos quanto é difícil resistir àquele olhar “pidão” quando a criança quer dormir um pouco mais tarde e aproveitar a caminha no outro dia de manhã. A decisão é de vocês, pais.

É importante lembrar apenas que caso os horários fiquem flexíveis, eles devem voltar aos poucos à rotina alguns dias antes da volta às aulas, para que a criança se acostume novamente a dormir, acordar e comer nos horários certos. Isso evita o choque do retorno ao dia a dia escolar e consequente mau humor matutino.