Os inimigos do sono 2: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

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Na matéria anterior (clique aqui para ler Os Inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?), foram abordados 9 pontos que podem estar prejudicando o sono do seu filho. Mas como dissemos, não são só aqueles. Confira outros inimigos do sono e saiba o que fazer quando seu filho não quer dormir:

Falta de uma sequência habitual (ritual) para a hora do sono:

Se você perguntar para a criança “vamos dormir?”, há grande probabilidade de ela responder com um sonoro “Não!”. Não é necessário perguntar, mas criar uma sequência de acontecimentos que acalmam e preparam a criança para o sono. Nela, você pode incluir o banho, o momento de vestir o pijaminha, a contação de histórias, o beijinho na bochecha ou na testa e o que mais for de ajuda nesse processo.

Pais ausentes na hora de dormir:

Se um dos pais (ou os dois) trabalha à noite ou se recusa a participar do momento de colocar o filho para dormir, a criança sente falta. Portanto, é de grande auxílio se ambos puderem estar presentes para o ritual do sono.

Medo da perda dos pais durante a noite:

Muitas crianças passam pela fase de ter medo de dormir por achar que os pais vão deixá-las durante esse período. Uma forma de afastar essa sensação ruim dos pequenos é contar o que vai acontecer em seguida (exemplo: “você vai dormir agora, mas de manhã eu vou estar aqui para ajudá-lo a se vestir”) ou combinar algo que envolva os dois (exemplo: “depois de dormir, que tal a gente fazer uma panqueca super gostosa?”).

Ficar no quarto até que a criança durma:

Esse ponto é polêmico, então serve mais como recomendação aos pais. Se conseguirem sair do quarto antes que a criança durma, deixando que ela adormeça sozinha, é melhor. Isso ajuda a criar independência, mas o sucesso disso varia muito com o perfil da criança.

Medo do escuro ou de barulhos (associados, pela criança, à presença de monstros no quarto):

Como a criança não percebe que o quarto no escuro é o mesmo que no claro e que é normal ouvir alguns barulhos (que passam despercebidos durante o dia), vale sentar com ela para dar explicações, caso tenha idade para entender. Caso contrário, os pais podem fingir verificar embaixo da cama ou dentro do armário para mostrar que ela não precisa se preocupar com nada.

Alimentação pesada ou inadequada à noite:

Quando o organismo recebe uma comida pesada, de difícil digestão, ou que contenha açúcar (que aumenta os níveis de adrenalina e causa excitação e ansiedade), o sono da criança tende a ser prejudicado, levando a noites mal- dormidas – e, consequentemente, ao famoso mau-humor matinal.

Impaciência:

Você coloca seu filho para dormir e um minuto depois ele chama e diz que está sem sono. Na verdade, é bem possível que ele não tenha dado tempo suficiente para que o sono chegue. Ensine, então, que ele precisa ter paciência para que possa adormecer – ficar chamando de cinco em cinco minutos não vai ajudar em nada.

Acontecimentos que causem excitamento antes de dormir:

A chegada de visitas, ganhar um presente, ver a mãe começar a preparar um bolo. Quem conseguiria dormir com coisas tão interessantes acontecendo? Evite situações que possam ser extremamente atraentes e que deixem a criança ansiosa para continuar acordada.

É claro que não é fácil, mas evitar os inimigos do sono infantil trará diversos benefícios ao humor da criança, ao acúmulo de energia e ao rendimento dela na escola. Faça a tentativa e depois conte para a gente o resultado!

Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Todo mundo sabe que o sono é importante, principalmente para as crianças. Dormir bem permite à criança recarregar as energias e possibilita aos pais algum tempo de descanso. Mas qual é a solução caso o pequeno se recuse a dormir ou tenha dificuldades para descansar plenamente? Confira os inimigos do sono, como contorná-los e o que fazer quando seu filho não quer dormir:

Para iniciar o assunto, cada faixa etária precisa de uma determinada quantidade de horas de sono, como é possível perceber na lista a seguir:

De 0 a 3 meses

O mínimo é de 11h e o máximo é de 19h de sono;

Dos 4 aos 11 meses

O mínimo é de 10h e o máximo é de 18h de sono;

Entre 1 e 2 anos de idade

O mínimo é de 9h e o máximo é de 16h de sono;

Na fase dos 2 aos 5 anos de idade

O mínimo é de 8h e o máximo é de 14h de sono;

Já entre os 6 e os 13 ano de idade

O mínimo é de 7h e o máximo é de 12h de sono.

Muitas vezes, porém, esse ideal não é cumprido por alguns fatores, que fazem com que seu bebê ou criança durma menos do que o recomendado. Quais são eles?

Barulhos altos e iluminação excessiva

Na hora de dormir, se fora do quarto da criança estiver mais interessante, com sons, muita movimentação e luzes ligadas, é claro que ela não vai querer dormir. Por isso, tranquilize os ambientes: diminua o som da TV, reduza o volume das conversas e evite andar de um lado para o outro, pelo menos até que ela pegue no sono.

Eletrônicos que emitem bastante luz (TV, celular, tablet)

Podem ser usados até uma hora antes de dormir. Depois, atrapalham o sono dos pequenos.

Energia acumulada

Seu filho está com a “corda” toda e não para na cama? A solução é colocá-lo para “gastar” essa energia durante o dia, por meio de atividades físicas e brincadeiras com bastante movimento. Deixe que ele corra, ande, pule… até cansar. Então, o sono virá de forma mais fácil.

Troca do dia pela noite

Se ele dorme o dia inteiro e se recusa a dormir à noite, é porque ele está descansado. O problema, no entanto, é que o resto da casa também não dorme. Para mudar a situação, você pode regular o horário que ele acorda e limitar o sono diurno para uma soneca no meio da tarde. Com o tempo, vocês chegarão ao equilíbrio.

Falta de regras e de rotina

Um dia a criança vai dormir em um horário “x”; no outro, ela adormece jogando videogame em um horário “y”. Não ter um horário certo para dormir e ter uma rotina bagunçada, na qual a criança dorme de qualquer jeito, é muito prejudicial. Portanto, estabelecer regras e uma série de atividades que preparem a criança para a chegada do sono é fundamental (saiba mais clicando aqui!).

Sinais de sono ignorados

Na maioria das vezes, a criança com sono fica irritada, birrenta, o famoso “ficar chatinha”, mas se recusa a dormir. Nesses casos, ela não sabe interpretar a sensação de vontade de dormir, então é necessário que os pais reconheçam os sinais e iniciem a rotina que antecede o sono. Do contrário, a situação pode sair do controle.

Desconfortos

Quem consegue dormir com algo incomodando? Difícil; às vezes, impossível. Com o sono da criança, acontece a mesma coisa. Se estiver calor ou frio demais, se o pijama ou a roupa íntima estiverem apertados, algo atrapalhando ou doendo, ela ficará acordada resmungando/chorando até que o problema seja resolvido.

Problemas que influenciam no sono

Insônia, roncos e bruxismo são exemplos de problemas que podem estar afetando a noite do seu pequeno. É importante procurar a ajuda do pediatra para analisar o que pode estar causando tais incômodos.

Mudanças bruscas que mudam a rotina da criança

Se ela está acostumada com um esquema e, de repente, acontece algo importante que altera a rotina dela, o sono pode ser prejudicado. A chegada de um irmãozinho, o começo da vida escolar ou a troca de instituição, o divórcio dos pais, a mudança de casa ou do berço para a cama são fatores a serem considerados. Conversar com a criança e deixá-la expor o que ela está sentindo ajuda muito no processo.

Além dessas, há outras causas que fazem com que seu filho não tenha uma boa noite de sono. Elas serão abordadas em breve, então siga a Denguinho no Facebook e fique atento para não perder outros inimigos do sono das crianças!

Dicas para aliviar a cólica do bebê

Pretty woman holding a newborn baby in her arms

É de cortar o coração quando você vê o seu/sua filho(a) chorando por ter cólica, né?! Até porque, na maioria das vezes, a gente não sabe muito bem o que fazer para aliviar essa dor horrível na barriguinha deles…

Nos primeiros meses de vida, infelizmente, é bem comum que os bebês tenham bastante cólica. Isso acontece porque o sistema digestivo ainda é bem sensível e delicado, mesmo que ele(a) esteja sendo alimentado(a) apenas com o leite materno, pois o corpinho ainda está aprendendo a digerir.

Mas será que existem maneiras de aliviar a cólica do bebê? Claro que sim! Separamos algumas dicas bem legais para você, mas lembre-se: antes de aplicá-las, consulte seu pediatra. Veja as dicas do Dengucho abaixo:

Dieta restrita da mamãe

Em alguns casos, pode ser que a cólica do seu neném esteja sendo causada por alguns tipos de alimentos que você mesma está consumindo. Geralmente, as mamães têm que entrar em uma dieta restrita (por exemplo, sem leite e derivados) para que as cólicas parem de acontecer com tanta frequência. Vale a pena se consultar e ver certinho se você precisa disso!

Cuidar após as mamadas

É essencial que, após as mamadas, você coloque o bebê para arrotar, pois ele(a) pode ter engolido ar durante a alimentação, o que pode causar cólicas também.

Massagem na barriguinha

Essa dica você já deve ter ouvido por aí. Massagear a barriguinha do bebê para que aconteça a liberação de gases pode ajudar, e muito! Aplique uma leve pressão na barriga e pronto!

Banho morno e prolongado

Uma outra solução que também adianta bastante para aliviar a cólica, segundo o especialista Hamilton Robledo, pediatra da Rede de Hospitais São Camilo (SP), é dar um banho morno e prolongado no neném, para que ele(a) relaxe. Outra coisa que pode ajudar é colocar na barriguinha uma bolsa de água quente ou fazer compressas com um pano morno mesmo.

Exercícios com as perninhas

Outro jeito de aliviar a cólica do bebê é fazer exercícios dobrando as perninhas dele(a) em direção ao abdômen, de maneira calma e gradual, para ajudar na eliminação dos gases.

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Como lidar com a birra do meu filho?

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Imagine a situação: você está no mercado e de repente se depara com aquela criança “birrenta”, reclamando e chorando para os pais por algum motivo qualquer… A maioria das pessoas pensa o quê?! “Nossa, meu filho não vai fazer isso!” “Se fosse comigo, eu faria diferente”. Mas às vezes não é bem assim. Quando você vê, já está passando pela mesma situação com seus filhos! E agora? Como lidar com a birra do meu filho?

Calma, mamãe e papai! Vamos te dar algumas dicas para lidar com a birra do seu filho. Mas, antes, saiba que as dicas aqui não são “instruções” a serem seguidas, até porque todas as crianças e famílias são diferentes. O ideal é experimentar e procurar a solução que mais se encaixe no seu caso! Confira:

O jeito de falar.

Segundo a psicoterapeuta francesa Isabelle Filliozat, o certo é você se colocar no lugar da criança e tentar entender o mundo pela ótica dela. Em seu livro “Já tentei de tudo”, ela sugere parar de dizer “não” nesses casos, pois ele não funciona. O ideal é dizer “pare”. Pense: ao dizer não, você faz uma cara de crítica e franze as sobrancelhas, enquanto ao dizer pare, você abre os olhos em sinal de alerta e o tom é imperativo, sem ser crítico; “dessa forma, você interrompe o movimento”, explica ela. Depois que a criança te obedecer, mostre-a outra atividade ou algo que a entretenha e estimule sua criatividade.

Contorne a situação com firmeza.

Nenhuma solução quanto a isso envolve palmadas, puxões de orelha ou gritos e elevação de voz: a melhor coisa é contornar a situação com firmeza e autoridade na voz, mas ao mesmo tempo ser acolhedor. Perder o controle pode assustar ainda mais o seu filho, portanto, tenha paciência! Fale com a criança na altura dela, com calma, explicando que essas atitudes não irão mudar nada. Pegue-a no colo e faça-a prestar atenção em você!

Não ceda!

Muitas vezes os pais acabam cedendo aos filhos, por culpa ou falta de paciência… evite isso ao máximo! Senão eles aprendem que fazendo birra eles conseguem o que querem, e com certeza não é isso que você quer ensinar para eles. Além disso, se for necessário, dê castigo proporcionais. As crianças precisam entender que seus atos têm consequências e, por isso, a punição pode vir a acontecer. E, novamente, não ceda e não se arrependa!

Compare a atitude do seu filho ao das pessoas ao redor.

“Olha lá, o seu amiguinho está tão comportado! ”. Uma técnica que já é utilizada por muitos pais é a de comparar a atitude do filho com a das pessoas ao redor, para fazê-lo enxergar além dele mesmo.

Valorize o bom comportamento.

Sempre que seu filho se comportar bem, lembre-se de valorizar e reforçar esse bom comportamento. É muito importante que seu filho entenda essas situações e isso vai te ajudar a prevenir outras birras futuramente.

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Dicas para ter mais tempo para ficar com os filhos

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Ser mãe e trabalhar ao mesmo tempo é um dos maiores desafios da vida de uma mulher, ainda mais nos dias de hoje em que sempre estamos na correria e cheias de compromissos! Mas como driblar esses obstáculos, ser produtiva no trabalho e ainda ter mais tempo para ficar com seu filho? Fique de olho nas dicas:

Trace objetivos:

Em ambos os papeis (tanto de mãe quanto de profissional), trace objetivos que você acha que vai conseguir cumprir em um determinado período de tempo. Por exemplo, o objetivo de mãe poderia ser: passar 2 horas a mais com o filho. O objetivo profissional: traçar prioridades em suas tarefas e cumpri-las no prazo estipulado. Depois de estabelecer esses objetivos, planeje a sua semana em cima deles!

Hora da refeição:

Determine uma (ou mais) refeições para fazer junto com sua família e seus filhos. Seja um almoço rápido ou o jantar, é importante passar um tempo descontraído junto com quem você ama! Não ligue a TV ou vá direto para o computador…é importante que vocês conversem sobre o dia a dia de cada um.

Antes de dormir:

Que tal ler uma historinha ou simplesmente ir ao quarto dos seus filhos para vocês conversarem? Antes de dormir é um bom horário para fazer essas pequenas coisas que fazem toda a diferença no dia a dia!

Aos finais de semana:

Ao invés de passar o final de semana todo descansando em casa, que tal aproveitar o tempo com seus filhos? Brincar no parque, passear, visitar amigos/parentes, fazer alguma brincadeira criativa com eles… tudo vale a pena para você ter mais tempo de lazer e relaxar ao lado dos pequenos!

Trabalho e dever de casa:

Caso aconteça de você precisar trabalhar em casa, divida a mesa com seus filhos e peça para que eles façam o dever de casa enquanto você trabalha. Assim, eles se sentirão importantes e seguros por você estar por perto!

Essas foram algumas dicas do Dengucho para você! :)

Será que castigo funciona?

Será que castigo funciona?

Essa é uma questão difícil de responder. Existem diferentes tipos de crianças e de pais também; por isso, não há uma fórmula de sucesso, e a melhor forma de educar compete à família. O importante, em qualquer situação, é que pais e filhos estabeleçam combinados e que ambos cumpram o que foi definido.

Caso os pais decidam utilizar o castigo como forma de educar caso os filhos desobedeçam ao combinado, seguem dicas para que tenham boas chances de funcionar:

Antes de tudo, a base tem que ser o diálogo claro entre as duas partes. Não somente quando alguma coisa está errada, mas uma verdadeira e profunda relação com os filhos.

É na conversa que a criança vai entender sobre comportamento adequados, limites e as consequências das ações dela, incluindo em casos de desobediência.

Os pais precisam falar uma só língua. Se um for impassível e o outro permissivo, não vai dar certo.

O castigo funciona melhor com crianças maiores de 2 anos, que já conseguem entender mais facilmente os conceitos de ação e reação.

Ele precisa ser usado como parte da educação da criança, não apenas como punição.

Será que castigo funciona?

Faça o possível para deixar o castigo como último recurso porque se for a punição de sempre, pode ser que chegue o momento em que não funcione mais.

Deixe claro que estão chateados com a atitude da criança, não com ela. E que dar castigos não é agradável para vocês.

Converse com a criança para explicar os motivos do castigo que ela vai receber. Abra espaço para ela justificar as próprias ações.

Seja firme e mantenha um tom sério nesse momento. Olhe nos olhos da criança. Não hesite ou olhe com dúvida para seu parceiro ou parceira.

Se você está com raiva, evite aplicar o castigo nesse estado. Tire um momento para espairecer e, então, sente para conversar com seus filhos.

Será que castigo funciona?

Tente dar castigos que sejam relacionados ao que a criança fez, e mantenha a proporção, independentemente do seu humor na hora. Ou seja, não exagere no castigo por algo não tão grave que ela cometeu.

Resolva o que aconteceu entre vocês, em um lugar privado, não em frente a outras pessoas.

Segundas chances são interessantes, afinal errar é natural do ser humano. O que não pode acontecer é isso se tornar constante; do contrário, o momento do castigo será sempre adiado e os combinados ficarão banais.

Não caia em chantagens emocionais e manipulações. Se algo foi combinado e bem explicado, não volte atrás por causa de choros e manhas. Porque se funcionar uma vez, a criança vai usar essa tática nas próximas vezes.

Se o mau comportamento resulta em castigo, o bom comportamento precisa ser apreciado. Não com presentes (porque o bom comportamento precisa ser algo natural, não uma troca), mas com reconhecimento. Reconhecer que a criança agiu bem e que ela precisa continuar a agir dessa forma vai incentivá-la a fazer o certo.

Conhece outras dicas que podem ajudar a fazer os castigos funcionarem na educação das crianças? Conte para nós!

Férias de julho: o que fazer neste período com as crianças

Férias de julho: o que fazer neste período com as crianças

As férias de julho chegaram – e, por mais que isso seja delicioso para as crianças, os pais costumam ficar confusos sobre o que fazer para ocupar o tempo livre da garotada. Se esse é o seu caso e você está se perguntando o que fazer nas férias de julho com as crianças, nós te ajudamos com uma lista bem divertida e simples de atividades:

Se a família inteira está de férias nessa época, que tal uma viagem? Pode ser para a casa dos avós, dos tios, dos primos… ou quem sabe uma viagem internacional? De qualquer maneira, é preciso pensar se o destino oferece oportunidades para que o pequeno se distraia. Afinal, se for ficar entediado, melhor ficar entediado em casa (e essa não é a ideia, não é mesmo?).

Visitas a parques, idas à praia (caso esteja quente o bastante), trilhas em meio à natureza, contato com animais são programas que costumam agradar a todas as idades.

Caso não seja possível viajar, uma ideia é conversar com os pais dos coleguinhas e programar para que a criançada se encontre cada vez em uma casa para brincar o dia inteiro (ou a tarde inteira). É importante, porém, que em cada local tenha um adulto para supervisioná-las.

As horas passadas em frente a aparelhos tecnológicos (celular, tablet, computador, videogame, TV…) precisam ficar equilibradas com o tempo passado em brincadeiras e atividades que não os envolvam. E o que a criança pode fazer? Brincar com jogos de tabuleiro, em parquinhos ao ar livre (desde que as crianças estejam bem agasalhadas), atividades que dependam de criatividade (desenho, pintura, origamis, entre outros) ou até mesmo o tradicional faz-de-conta.

Outra ideia legal é programar passeios a museus e shoppings. Alguns museus costumam oferecer programação especial para crianças nesta época, e os shoppings disponibilizam atividades voltadas aos pequenos (patinação no gelo, circuitos temáticos, workshops infantis de gastronomia e piscina de bolinhas, por exemplo).

Algum filme infantil interessante está em cartaz no cinema? Um espetáculo de dança ou peça de teatro? Marque horários para curtir programas assim com seus filhos.

Fazer um “cinema” em casa é um programa muito divertido! Basta arrumar o sofá ou colocar um colchão no chão, jogar várias almofadas, travesseiros e cobertores, e estourar uma pipoquinha ou fazer um delicioso chocolate quente. Depois, é só escolher o filme e apertar o play! As crianças vão amar!

Seus filhos querem fazer um lanchinho no meio da tarde? Então coloque-os para ajudar! Dessa atividade, podem sair maravilhosos bolinhos, mini-pizzas, sanduíches e muito mais.

Mais para o final do mês, caso seja necessário renovar alguns materiais escolares, leve as crianças para ajudar na escolha e, assim, antecipar a compra de novos materiais que serão utilizados quando eles voltarem às aulas.

E quanto à rotina das crianças? É bom manter os horários para dormir e fazer as refeições?

Teoricamente, o mais saudável é que as crianças acordem e durmam no mesmo horário e mantenham a rotina em relação às refeições. Na prática, sabemos quanto é difícil resistir àquele olhar “pidão” quando a criança quer dormir um pouco mais tarde e aproveitar a caminha no outro dia de manhã. A decisão é de vocês, pais.

É importante lembrar apenas que caso os horários fiquem flexíveis, eles devem voltar aos poucos à rotina alguns dias antes da volta às aulas, para que a criança se acostume novamente a dormir, acordar e comer nos horários certos. Isso evita o choque do retorno ao dia a dia escolar e consequente mau humor matutino.

Fidget spinner: será que é perigoso para o seu filho?

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Se você é uma mãe por dentro das novidades, já deve ter ouvido, visto ou até comprado um fidget spinner para o seu filho. Caso não faça a mínima ideia do que é isso, nós explicamos:

O que é?

O fidget spinner é um brinquedo semelhante a um pião, mas feito com três hélices unidas em um eixo central, que gira entre o indicador e o polegar da pessoa. É feito com rolamentos que permitem que ele fique girando por bastante tempo, criando movimentos repetitivos totalmente viciantes.  Alguns até possuem luzinhas para deixar a brincadeira mais divertida.

Febre nos Estados Unidos, o fidget spinner agora virou mania no Brasil. Há quem faça do passatempo uma competição para ver quem consegue girar o brinquedo mais vezes.

De acordo com fabricantes, foi originalmente desenvolvido para ajudar crianças que sofrem com ansiedade, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e autismo. O objetivo do fidget spinner era tranquilizar a criança, por meio do padrão dos movimentos do brinquedo. Tais benefícios, porém, não possuem comprovação científica.

Mas será que o fidget spinner é perigoso de alguma forma?

Polêmica

Alguns casos norte-americanos deixaram os pais preocupados:

– Muitas escolas tiveram que proibir o uso do brinquedo durante as aulas, pois estava distraindo os alunos e atrapalhando o aprendizado;

– Um menino de 11 anos estava brincando com um fidget spinner e, em dado momento, ele o jogo para cima e não conseguiu pegá-lo de volta. O brinquedo caiu no olho da criança e resultou em um machucado feio;

– Em outro caso, o spinner atingiu os dentes de uma menina de 9 anos, quebrando-os e fazendo com que fossem necessários diversos procedimentos odontológicos para resolver o problema.

Ou seja...

O fidget spinner só é perigoso se usado de maneira errada. Por isso, é importante que a criança brinque sempre na presença de um adulto que esteja atento, ficando de olho no modo como ele é utilizado.

Também não é recomendado para menores de 3 anos, sendo mais sensato deixar apenas crianças maiores brincarem.

10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Vida de mãe é feita de altos e baixos. É uma fase deliciosa cuidar de uma criança, mas requer muita responsabilidade. Essa ambiguidade é o que faz a maternidade ser interessante e costuma ter como “resultado” um ser humano incrível. Para ter uma maternidade ainda mais feliz, às vezes é necessário se desapegar de pensamentos tradicionais e conselhos para confiar na própria capacidade de escolher o que é melhor para sua família e, principalmente, para o seu filho ou filha.

Dica bônus: um exemplo de mãe que desafiou – e continua desafiando – muito do que diziam que era a maternidade é a digital influencer Carol Rocha, também conhecida como @tchulim no Instagram e no Twitter. Vale a pena acompanhar a jornada dela como mãe do fofíssimo Valentin!

Parto

Cada mulher tem uma experiência ou uma opinião quanto o assunto é parto. Algumas contam maravilhas sobre o parto normal, outras preferem marcar uma cesárea, e também há quem queira ter o bebê na água. A decisão cabe à mãe, com orientação do obstetra, sobre o tipo que a deixe mais confiante e confortável para que o momento do nascimento seja o mais tranquilo possível.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Amamente - enquanto puder e quando seu filho precisar

A amamentação é unanimemente recomendada nos primeiros seis meses do bebê. Mas e depois? Não há uma idade certa para parar de amamentar. Como o leite materno é um composto saudável para a criança, ele pode servir de complemento às refeições até mais ou menos os 2 anos de idade.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz
Outra questão é a amamentação fora de casa. Algumas mães preferem não amamentar em público por vergonha e medo do julgamento alheio. Caso você se sinta assim, é possível colocar um paninho para cobrir. Mas tente superar isso: saiba que amamentar é natural e a única pessoa com quem você precisa se preocupar nesse momento é seu filho.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Licença-maternidade

Os quatro ou seis meses de licença-maternidade são um direito que cada mãe pode – e deve! – aproveitar ao máximo. Durante esse tempo, evite se preocupar com assuntos de trabalho e direcione toda sua atenção ao seu filho. É nele que os laços entre mamãe e bebê serão fortalecidos, por isso é tão importante dedicá-lo ao seu bem mais precioso.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Se quiser, lute pela vida profissional

Nenhuma mãe é obrigada a desistir da vida profissional para cuidar dos filhos, muito menos a voltar a ela caso decida se dedicar somente a eles. Atualmente, a escolha é da mulher e não há certo ou errado. Por isso, se quiser, você tem todo o direito de voltar a trabalhar, conciliando com os cuidados em casa.

Nesse caso, lute também por horários flexíveis no trabalho ou home office para que você não precise passar tanto tempo longe do seu bebê.

10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Divida com a outra metade do casal

Criança não é responsabilidade unicamente da mãe. A outra metade do casal também precisa cuidar do bebê, inclusive para dar merecida folga à mulher. Portanto, dividam o cuidado e incentive o outro a conhecer o próprio filho para que, sem medos, possa curtir cada momento ao lado dele.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Não ligue para julgamentos

Quando as pessoas estão, de fora, vendo o relacionamento entre mãe e filho, é comum que surjam julgamentos que não foram solicitados. Tem sempre alguém para dizer “se fosse meu filho, eu faria assim” ou um olhar de reprovação. Mas já que a mãe é você, e não os outros, ninguém tem o direito de julgá-la. Nenhuma criança é igual, assim como nenhum pai ou mãe, então não há uma fórmula para a maternidade. Pense nisso sempre que os julgamentos alheios começarem a plantar a sementinha da insegurança na sua cabeça.
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Não entre na onda de competição

Onde há várias mães reunidas, as chances de que estejam falando dos filhos é grande. E muitas vezes, cada uma quer contar vantagem, como se fosse uma espécie de competição. Nesses momentos, prefira não entrar no jogo. Se filho de fulana é um gênio da matemática aos dois anos de idade e o seu gosta de brincar com bloquinhos, isso quer dizer absolutamente nada. Confie no seu ótimo trabalho como mãe e não se deixe abalar com as “histórias de pescador” que você ouvir por aí.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Crie seus filhos para serem iguais

É claro que cada um de seus filhos são únicos, mas não é por isso que um é melhor que o outro. É injusto ensinar meninas, desde pequenas, a cuidar de uma casa (mesmo em brincadeiras) e livrar os meninos de aprenderem também. Ou ensinar os meninos a cuidar de um carro e deixar as meninas de fora. Ambos podem ter momentos especiais de aprendizagem em diversas situações, e muitas vezes esse conhecimento acaba sendo muito útil quando eles chegarem à vida adulta.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Deixe seu filho ser quem ele quiser

Evite forçar suas vontades na vida dos seus filhos. Se o seu menino quiser brincar de boneca e sua menina de futebol; se ele disser que não quer ser médico ou engenheiro quando crescer; ou até mesmo se ele se interessar por roupas do sexo oposto: deixe ele ser quem quiser ser. É claro que você não deve delegar ao pequeno todas as decisões, mas também não seja uma mãe ditadora. Pode crer: será ótimo para tanto para você quanto para ele!
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Aproveite e faça cada momento ser especial

Cada criança só será criança uma vez na vida. Depois, não há volta. Para não haver arrependimentos posteriores, passe o máximo de tempo que você puder curtindo cada fase. Tente com frequência ver o lado belo até das tarefas menos agradáveis, afinal, elas também fazem parte da vida materna. Com positividade e otimismo, a maternidade fica bem mais leve e com certeza mais feliz!
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Como organizar uma festa junina infantil

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Junho já chegou e, junto com ele, vem a época de festa junina! Que tal organizar a sua própria festa junina infantil para as crianças se divertirem de montão com brincadeiras, comidas típicas e trajes caipiras? Confira as dicas do Dengucho e inspire-se!

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Que tal dar boas-vindas aos convidados com uma cortina dessas bem típica de festa junina? Muito legal!
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Para não ter possíveis problemas com uma fogueira real, a ideia é criar uma fogueira “fake” com madeira, papel celofane e lâmpadas para dar um efeito bem divertido!
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Se a sua casa tem um jardim, que tal enfeitar ele também para a festa junina infantil? A criançada vai adorar!
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O convite para a sua festa junina infantil também pode ser temático! Invista em papeis coloridos e em formato de bandeirinhas!
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Nathalia Lovati Fotografia | www.nathalialovati.com.br
A mesa de doces e salgados também pode estar bem decorada, para que os convidados sintam-se ainda mais no clima junino! Invista em bandeirinhas típicas, cores fortes, tecidos floridos e objetos temáticos. Vai ficar lindo!
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Uma das partes mais gostosas da festa junina são as comidinhas típicas… Hmmm!! Olha só essas ideias de comidas deliciosas e decorativas com pipoca, chocolate, doce de leite, paçoca, doce de abóbora, amendoim, milho… Maravilhoso!
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E para fechar a festa, decore também a lembrancinha da festa junina infantil com bandeirinhas divertidas! Muito fofo!

Agora que a festa já está pronta, só falta o traje típico para seu denguinho! Clique no botão abaixo e confira as melhores roupas de Festa Junina no Dengucho na Moda: