Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Os inimigos do sono: o que fazer quando seu filho não quer dormir?

Todo mundo sabe que o sono é importante, principalmente para as crianças. Dormir bem permite à criança recarregar as energias e possibilita aos pais algum tempo de descanso. Mas qual é a solução caso o pequeno se recuse a dormir ou tenha dificuldades para descansar plenamente? Confira os inimigos do sono, como contorná-los e o que fazer quando seu filho não quer dormir:

Para iniciar o assunto, cada faixa etária precisa de uma determinada quantidade de horas de sono, como é possível perceber na lista a seguir:

De 0 a 3 meses

O mínimo é de 11h e o máximo é de 19h de sono;

Dos 4 aos 11 meses

O mínimo é de 10h e o máximo é de 18h de sono;

Entre 1 e 2 anos de idade

O mínimo é de 9h e o máximo é de 16h de sono;

Na fase dos 2 aos 5 anos de idade

O mínimo é de 8h e o máximo é de 14h de sono;

Já entre os 6 e os 13 ano de idade

O mínimo é de 7h e o máximo é de 12h de sono.

Muitas vezes, porém, esse ideal não é cumprido por alguns fatores, que fazem com que seu bebê ou criança durma menos do que o recomendado. Quais são eles?

Barulhos altos e iluminação excessiva

Na hora de dormir, se fora do quarto da criança estiver mais interessante, com sons, muita movimentação e luzes ligadas, é claro que ela não vai querer dormir. Por isso, tranquilize os ambientes: diminua o som da TV, reduza o volume das conversas e evite andar de um lado para o outro, pelo menos até que ela pegue no sono.

Eletrônicos que emitem bastante luz (TV, celular, tablet)

Podem ser usados até uma hora antes de dormir. Depois, atrapalham o sono dos pequenos.

Energia acumulada

Seu filho está com a “corda” toda e não para na cama? A solução é colocá-lo para “gastar” essa energia durante o dia, por meio de atividades físicas e brincadeiras com bastante movimento. Deixe que ele corra, ande, pule… até cansar. Então, o sono virá de forma mais fácil.

Troca do dia pela noite

Se ele dorme o dia inteiro e se recusa a dormir à noite, é porque ele está descansado. O problema, no entanto, é que o resto da casa também não dorme. Para mudar a situação, você pode regular o horário que ele acorda e limitar o sono diurno para uma soneca no meio da tarde. Com o tempo, vocês chegarão ao equilíbrio.

Falta de regras e de rotina

Um dia a criança vai dormir em um horário “x”; no outro, ela adormece jogando videogame em um horário “y”. Não ter um horário certo para dormir e ter uma rotina bagunçada, na qual a criança dorme de qualquer jeito, é muito prejudicial. Portanto, estabelecer regras e uma série de atividades que preparem a criança para a chegada do sono é fundamental (saiba mais clicando aqui!).

Sinais de sono ignorados

Na maioria das vezes, a criança com sono fica irritada, birrenta, o famoso “ficar chatinha”, mas se recusa a dormir. Nesses casos, ela não sabe interpretar a sensação de vontade de dormir, então é necessário que os pais reconheçam os sinais e iniciem a rotina que antecede o sono. Do contrário, a situação pode sair do controle.

Desconfortos

Quem consegue dormir com algo incomodando? Difícil; às vezes, impossível. Com o sono da criança, acontece a mesma coisa. Se estiver calor ou frio demais, se o pijama ou a roupa íntima estiverem apertados, algo atrapalhando ou doendo, ela ficará acordada resmungando/chorando até que o problema seja resolvido.

Problemas que influenciam no sono

Insônia, roncos e bruxismo são exemplos de problemas que podem estar afetando a noite do seu pequeno. É importante procurar a ajuda do pediatra para analisar o que pode estar causando tais incômodos.

Mudanças bruscas que mudam a rotina da criança

Se ela está acostumada com um esquema e, de repente, acontece algo importante que altera a rotina dela, o sono pode ser prejudicado. A chegada de um irmãozinho, o começo da vida escolar ou a troca de instituição, o divórcio dos pais, a mudança de casa ou do berço para a cama são fatores a serem considerados. Conversar com a criança e deixá-la expor o que ela está sentindo ajuda muito no processo.

Além dessas, há outras causas que fazem com que seu filho não tenha uma boa noite de sono. Elas serão abordadas em breve, então siga a Denguinho no Facebook e fique atento para não perder outros inimigos do sono das crianças!

10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Vida de mãe é feita de altos e baixos. É uma fase deliciosa cuidar de uma criança, mas requer muita responsabilidade. Essa ambiguidade é o que faz a maternidade ser interessante e costuma ter como “resultado” um ser humano incrível. Para ter uma maternidade ainda mais feliz, às vezes é necessário se desapegar de pensamentos tradicionais e conselhos para confiar na própria capacidade de escolher o que é melhor para sua família e, principalmente, para o seu filho ou filha.

Dica bônus: um exemplo de mãe que desafiou – e continua desafiando – muito do que diziam que era a maternidade é a digital influencer Carol Rocha, também conhecida como @tchulim no Instagram e no Twitter. Vale a pena acompanhar a jornada dela como mãe do fofíssimo Valentin!

Parto

Cada mulher tem uma experiência ou uma opinião quanto o assunto é parto. Algumas contam maravilhas sobre o parto normal, outras preferem marcar uma cesárea, e também há quem queira ter o bebê na água. A decisão cabe à mãe, com orientação do obstetra, sobre o tipo que a deixe mais confiante e confortável para que o momento do nascimento seja o mais tranquilo possível.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Amamente - enquanto puder e quando seu filho precisar

A amamentação é unanimemente recomendada nos primeiros seis meses do bebê. Mas e depois? Não há uma idade certa para parar de amamentar. Como o leite materno é um composto saudável para a criança, ele pode servir de complemento às refeições até mais ou menos os 2 anos de idade.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz
Outra questão é a amamentação fora de casa. Algumas mães preferem não amamentar em público por vergonha e medo do julgamento alheio. Caso você se sinta assim, é possível colocar um paninho para cobrir. Mas tente superar isso: saiba que amamentar é natural e a única pessoa com quem você precisa se preocupar nesse momento é seu filho.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Licença-maternidade

Os quatro ou seis meses de licença-maternidade são um direito que cada mãe pode – e deve! – aproveitar ao máximo. Durante esse tempo, evite se preocupar com assuntos de trabalho e direcione toda sua atenção ao seu filho. É nele que os laços entre mamãe e bebê serão fortalecidos, por isso é tão importante dedicá-lo ao seu bem mais precioso.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Se quiser, lute pela vida profissional

Nenhuma mãe é obrigada a desistir da vida profissional para cuidar dos filhos, muito menos a voltar a ela caso decida se dedicar somente a eles. Atualmente, a escolha é da mulher e não há certo ou errado. Por isso, se quiser, você tem todo o direito de voltar a trabalhar, conciliando com os cuidados em casa.

Nesse caso, lute também por horários flexíveis no trabalho ou home office para que você não precise passar tanto tempo longe do seu bebê.

10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Divida com a outra metade do casal

Criança não é responsabilidade unicamente da mãe. A outra metade do casal também precisa cuidar do bebê, inclusive para dar merecida folga à mulher. Portanto, dividam o cuidado e incentive o outro a conhecer o próprio filho para que, sem medos, possa curtir cada momento ao lado dele.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz
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Não ligue para julgamentos

Quando as pessoas estão, de fora, vendo o relacionamento entre mãe e filho, é comum que surjam julgamentos que não foram solicitados. Tem sempre alguém para dizer “se fosse meu filho, eu faria assim” ou um olhar de reprovação. Mas já que a mãe é você, e não os outros, ninguém tem o direito de julgá-la. Nenhuma criança é igual, assim como nenhum pai ou mãe, então não há uma fórmula para a maternidade. Pense nisso sempre que os julgamentos alheios começarem a plantar a sementinha da insegurança na sua cabeça.
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Não entre na onda de competição

Onde há várias mães reunidas, as chances de que estejam falando dos filhos é grande. E muitas vezes, cada uma quer contar vantagem, como se fosse uma espécie de competição. Nesses momentos, prefira não entrar no jogo. Se filho de fulana é um gênio da matemática aos dois anos de idade e o seu gosta de brincar com bloquinhos, isso quer dizer absolutamente nada. Confie no seu ótimo trabalho como mãe e não se deixe abalar com as “histórias de pescador” que você ouvir por aí.
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Crie seus filhos para serem iguais

É claro que cada um de seus filhos são únicos, mas não é por isso que um é melhor que o outro. É injusto ensinar meninas, desde pequenas, a cuidar de uma casa (mesmo em brincadeiras) e livrar os meninos de aprenderem também. Ou ensinar os meninos a cuidar de um carro e deixar as meninas de fora. Ambos podem ter momentos especiais de aprendizagem em diversas situações, e muitas vezes esse conhecimento acaba sendo muito útil quando eles chegarem à vida adulta.
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Deixe seu filho ser quem ele quiser

Evite forçar suas vontades na vida dos seus filhos. Se o seu menino quiser brincar de boneca e sua menina de futebol; se ele disser que não quer ser médico ou engenheiro quando crescer; ou até mesmo se ele se interessar por roupas do sexo oposto: deixe ele ser quem quiser ser. É claro que você não deve delegar ao pequeno todas as decisões, mas também não seja uma mãe ditadora. Pode crer: será ótimo para tanto para você quanto para ele!
10 dicas para você ter uma maternidade ainda mais feliz

Aproveite e faça cada momento ser especial

Cada criança só será criança uma vez na vida. Depois, não há volta. Para não haver arrependimentos posteriores, passe o máximo de tempo que você puder curtindo cada fase. Tente com frequência ver o lado belo até das tarefas menos agradáveis, afinal, elas também fazem parte da vida materna. Com positividade e otimismo, a maternidade fica bem mais leve e com certeza mais feliz!
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Vale a pena fazer um álbum do bebê?

Vale a pena fazer um álbum do bebê?

São tantas as emoções que envolvem o milagre da gestação, não é verdade?! Sentimentos que, na maioria das vezes, só os papais conseguem entender. A alegria de descobrir que serão pais, o primeiro ultrassom, o som do coraçãozinho batendo, a compra das roupinhas, os olhares de admiração para a barriga, imaginando como será aquele pequerrucho correndo pela casa.

Uma das melhores formas de registrar e eternizar esses pequenos, porém grandes e mágicos, momentos é por meio de um álbum de bebê. Além do fator nostálgico e da sensação tátil de folhear, tocar nas fotos e nos demais itens colocados, cada vez que você o pegar para dar uma folheada, provavelmente será transportado no tempo para aqueles dias maravilhosos.

E não podemos de deixar de citar, é claro, que um álbum de bebê é uma forma muito sentimental de mostrar para o seu filho o quanto ele foi amado e como cada pequena coisinha que ele fazia era motivo para colocar aquele sorriso bobo na cara dos papais babões.

Qual modelo escolher?

Primeiramente, você pode optar por usar um álbum tradicional ou aqueles em estilo scrapbook, que permitem customização. Há aqueles próprios para bebês que já vem com os espacinhos para preencher. Mas se fosse prefere algo mais “faça você mesmo”, pode comprar um caderno em branco e personalizar como preferir.

O que não pode faltar no álbum do bebê?

É bem provável que nos últimos meses da gestação e logo após o neném nascer, você não terá muito tempo para se dedicar ao álbum. Por isso, a dica é deixar uma caixinha estratégica e colocar as coisinhas lá dentro, como: pulseirinha da maternidade, teste de gravidez, ultrassom, convites, cartões dos amigos, lembrancinhas, algo do batizado, etc. Assim, você não perde nada e pode preencher o álbum quando conseguir. Outra coisa bem legal é guardar um jornal do dia que a criança nasceu!

Aposte nas fotos

Quanto as fotos, tire quantas puder. Só tome cuidado com flashes, pois podem incomodar os olhinhos sensíveis dos pequenos, e também com as poses (lembre-se que eles são todos molinhos e delicados, pois a estrutura óssea ainda não está toda formada). Por isso, cuidado para não ficar mexendo muito na criança. A dica é pegar momentos naturais: soninho, chorinho, chupando o dedinho, tomando banho, mamando, fazendo carinha de bravo.

E não esqueça dos detalhes: tire foto dos dedinhos, pezinhos, boquinha, narizinho, dobrinhas gostosas de morder, enfim, tudo aquilo que a criatividade deixar. Depois, você pode organizar as fotos em um mosaico, por exemplo.

Para os papais high-tech

É óbvio que não podemos ignorar os benefícios do mundo digital. Como você terá um espaço limitado no álbum do bebê, um conselho é comprar um pendrive com muito espaço para armazenar fotos e vídeos da criança. Outra coisa legal é montar um blog: lá, você pode narrar experiências de vida, como foi contar para a família sobre a gravidez, escrever sobre os anseios e sentimentos. E claro, postar muitas fotos nas redes sociais do seu bebê lindo e marcar a gente!

Valores para ensinar às crianças

Valores para ensinar às crianças

Vivemos um momento bastante conturbado. Nunca a corrupção, falta de respeito, desvio de caráter e alternância de valores, dentre outras coisas, estiveram tão em alta na mídia. Não sabemos ao certo qual é a causa disso, mas é um alerta aos pais para que fiquem atentos às coisas que estão sendo aprendidas pelos pequenos, seja com os amiguinhos, com programas de TV ou joguinhos na internet, por exemplo.

Um jeito de criar um mundo melhor é preparar as novas gerações para espalhar respeito, amor e bondade. Por isso, separamos uma lista com valores fundamentais que os pais podem e devem ensinar aos filhos a fim de fortalecer o caráter deles.

Este valor serve para todos, mas principalmente para vocês, papais e mamães. Crianças aprendem observando os outros e, mais do que qualquer um, os próprios pais. Então, de nada adianta você ensinar um valor que não pratica. Ou seja, se você quer ensinar generosidade ao seu filho, seja generoso e demonstre isso no dia a dia, dentro e fora de casa. Isso vale para qualquer princípio.
Valores para ensinar às crianças
Ensinar as crianças a fazerem o bem é um importante valor a ser transmitido aos filhos. A bondade não deve ser restrita aos familiares e colegas da escola. O bem deve ser uma máxima: ensine-o a tratar bem um animalzinho, um estranho que passa na rua (nesse caso, desde que seja acompanhado por um adulto) e até mesmo uma plantinha.

É interessante destacar que, apesar do objetivo ser ajudar os outros, os atos também fazem bem a quem os pratica, pois a sensação de fazer diferença no dia de alguém é muito agradável.

Valores para ensinar às crianças
Mostre a ele que, para ganhar respeito, é necessário respeitar o próximo. Isso inclui não gritar com os outros, passar na frente, bater, etc. O respeito deve ser estendido a todos, sem distinção de gênero, cor, religião ou qualquer outra característica física, mental, espiritual ou social. Ensine-o a respeitar o diferente: cada um tem gostos, vontades e pensamentos próprios, individuais, e ninguém é melhor que o outro por causa disso.
Valores para ensinar às crianças
Desde pequeno, ensine à criança o valor da responsabilidade. Mostre que escolhas possuem consequências, delegue tarefas e ensine o que acontece caso ela não as cumpra. Por exemplo, se ela esquecer de dar comidinha ao cachorro, o animal sentirá fome; se não regar a plantinha, ela vai secar; se não recolher os brinquedos, alguém pode tropeçar e se machucar. São pequenas lições que ensinam desde cedo que os atos geram consequências e que a criança deve sempre tomar cuidado com o que lhe compete.
Valores para ensinar às crianças
Talvez este seja o valor que a humanidade mais demanda atualmente. A honestidade é um sentimento ético, necessário para a convivência com ou outros e com a sociedade. Do pequeno ato ao grande, faça seu filho entender a importância de praticar a honestidade e as consequências geradas caso ele não aja honestamente.
Valores para ensinar às crianças
Ensine os seus pequenos a valorizar as amizades e a saber escolher bem os amigos, ficando longe de más influências. Afinal, bons amigos serão responsáveis por lembranças felizes e fundamentais para a vida dele; contudo, assim como uma flor, é necessário zelar pelo relacionamento, regando com carinho e respeito.

O amor é um sentimento que, na maioria das vezes, é ensinado sem que os pais percebam. Desde o nascimento, os pais costumam traduzir o amor em atenção, carinho e cuidado. Isso permanece pelo resto da vida: a necessidade de amar e ser amado. Mas é igualmente importante que os pais verbalizem o sentimento com o delicioso “eu te amo”. A partir disso, ele terá a base e saberá como amar outras pessoas. Então, em outras palavras, não tenha medo de demonstrar amor pelo seu filho; por consequência, ele fará o mesmo com as pessoas ao redor.

Valores para ensinar às crianças

Maneiras de fazer o bebê parar de chorar

Maneiras de fazer o bebê parar de chorar

Enquanto a criança está no útero, ela se sente segura, quentinha e confortável. Quando a mãe natureza chama e ela é obrigada a vir para o mundo de fora, tudo é novo. Cheio de sons, cheiros, luzes, sensações e pessoas estranhas, é normal que o bebê comece a cair no choro. Afinal, ele ainda não sabe falar e o choro acaba sendo a forma de comunicar que algo está errado.

O fato é que o bebê não “abre o berreiro” à toa, por isso cabe aos papais manter a calma e confortar o pequeno. O primeiro passo é checar o básico: fralda suja? Sono? Frio? Fome? Se o choro persistir, confira alguns truques que ajudam a fazer o bebê parar de chorar.

Maneiras de fazer o bebê parar de chorar

Embale o bebê

Talvez o método mais clássico, usado por 10 em cada 10 avós, é o de embalar o bebê fazendo “shhhhh”. Esta técnica simula o movimento, de vai-e-vem, que a mamãe fazia quando estava grávida. E o “Shhhhhh” também ajuda, pois é parecido com o som que o bebê escuta quando estava no útero.

Enrole o bebê

Você pode enrolá-lo em uma mantinha. Ele ficará seguro e, surpreendentemente, ainda mais fofo. Se não funcionar, tente colocá-lo de lado, na chamada posição fetal.
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Massageie o bebê

Você também pode tentar uma massagem para fazer o bebê parar de chorar. Comece pelo peito, barriguinha, pernas e bracinhos. Use um óleo especifico para bebês. O contato das mãos com a pele do pequeno relaxa os músculos e propicia a sensação de bem-estar.

Conforte o bebê

É muito normal, principalmente até os cinco meses de idade, a criança sentir desconfortos. Procure manter a calma para passar segurança para o seu filho. Tome-o nos braços, faça movimentos, cante para ele, converse e procure sentir se o choro diminui.
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Fiquem calmos, papais e mamães!

Com o tempo, os pais começam a diferenciar os chorinhos. O importante é deixar de lado o sentimento de incapacidade de acalmar o próprio bebê, principalmente os papais de primeira viagem. Vocês estão se conhecendo ainda, não se cobre tanto e tão cedo.

Mas fique atento

Caso o choro for constante e lamurioso, vale a pena fazer uma visitinha ao pediatra para ver como está a saúde do bebê. Cuidado nunca é demais!

Como registrar meu filho no cartório?

Como registrar meu filho no cartório?

Legalmente falando, uma pessoa só passa a existir quando é registrada no cartório. O indicado é que isso seja feito o mais rápido possível, pela lei o prazo é de 15 dias depois do nascimento. Mas depois de dar à luz, é tanta coisa para se preocupar que provavelmente os novos papais devem ficar confusos sobre como registar o filho no cartório. Por isso, vamos explicar bem certinho tudo o que você precisa saber.

Antes de tudo, é preciso definir o nome da criança. Se você ainda não escolheu ou ainda está na dúvida, aqui temos algumas dicas de nomes para meninos e meninas para você.

Quais documentos são necessários?
Como registrar meu filho no cartório?

Você recebe da maternidade (onde aconteceu o parto) uma Declaração de Nascimento Vivo (DNV), popularmente chamada de Guia Amarela. Em alguns hospitais, há um posto de atendimento no qual é possível fazer o registro lá mesmo. Dá para o/a acompanhante se informar sobre isso enquanto aguarda a mamãe.

Caso não tiver, então o casal deve ir ao cartório da cidade com a DNV, os documentos de identidade e certidão de casamento, se forem casados legalmente. Caso o nascimento tenha acontecido em casa, sem a presença de um médico, então serão necessárias duas testemunhas na hora de registrar a criança.

Quanto tempo tenho para registrar meu filho no cartório?

É estipulado o prazo de 15 dias, contando a partir da data de nascimento da criança, para os pais fazerem o registro. Porém, esse prazo se estende para 45 dias caso a mãe for a declarante, visto que ela necessita de um período de repouso após o parto. Já, quando os pais residem a mais de 30 quilômetros de distância de um cartório, o prazo aumenta para três meses.

Como registrar meu filho no cartório?
Por que a certidão de nascimento é importante?
Como registrar meu filho no cartório?

Só com ela você conseguirá matricular seu filho na creche e escola. Além disso, a certidão de nascimento será necessária em casos de acesso a programas sociais, trabalhar com a carteira assinada, votar e casar. Registrar a criança também a protege de trabalho infantil e recrutamento militar prematuro, visto que é possível comprovar a idade.

O que consta no registro da criança?

De acordo com o artigo 54 da lei 6.015, em um registro são especificados: a data e hora do nascimento, sexo, nome completo da criança, nomes e sobrenomes, assim como a naturalidade, idade, profissão, lugar de residência dos pais e também os nomes e sobrenomes dos avós, paternos e maternos.

Como registrar meu filho no cartório?
Só o pai pode registrar a criança?
Como registrar meu filho no cartório?

Na hora de registrar a criança, apenas um do casal pode fazer isso. Antes, a responsabilidade era do pai, mas, depois da lei 13.112/2015, houve equiparação dos direitos tanto do homem quanto da mulher. Então, se na hora de registar o filho no cartório, apenas a mãe for, ela deve levar a certidão de casamento, ou uma declaração do pai reconhecendo o pequeno, se eles não forem casados.

Se a mulher não tiver nenhuma, terá que registrar a criança sem o nome do pai e depois entrar com uma ação de investigação de paternidade.

Outras 7 dicas para mamães de primeira viagem

Outras 7 dicas para mamães de primeira viagem

Cuidar de um filho, ainda mais o primeiro, não é tarefa fácil. Mas não se preocupe, aqui vão mais algumas dicas para você não errar nessa deliciosa tarefa! Confira outras 7 dicas para mamães de primeira viagem!

Recém-nascidos dormem muito, o seu não é exceção. A média de tempo é 20 horas por dia.

Curiosidade: nos primeiros meses, os bebês ainda não conseguem controlar muito bem a visão e a respiração.

Coloque o bebê para arrotar após cada amamentação, no colo, na vertical. Apoie o bebê no ombro e coloque uma toalhinha para não sujar sua roupa.

Outras 7 dicas para mamães de primeira viagem

Cuide com a temperatura da água para o banho: ela tem que estar entre 35 ˚C e 37˚C. Se não tiver termômetro, verifique com a parte interna do antebraço.

Cuidado ao colocar enfeites no berço: não os coloque demais. Em excesso, eles são estimulantes e o bebê não consegue relaxar quando é necessário.

Outras 7 dicas para mamães de primeira viagem

A princípio, evite sair comprando tudo o que vê pela frente. Procure saber o que é essencial e depois compre o que mais seu neném precisar.

Encher o bebê de roupas, achando que ele está constantemente com frio, não é aconselhável. Agasalhar seu filho no verão é desnecessário, ele pode ficar com calor. Mas o contrário também é verdadeiro.

Tipos de Parto – Parto na Água

Além do parto normal e cesariana no hospital, um outro tipo de parto está se popularizando: o parto na água. Esse método, inclusive, foi o escolhido pela modelo Gisele Bündchen para dar à luz aos dois filhos dela – e amplamente recomendado após a experiência. Confira as principais características, vantagens e recomendações do parto na água:

Parto na Água

Características:

  •  Nele, a futura mãe fica dentro de uma banheira ou piscina, com água aquecida (em torno de 37 graus Celsius) em quantidade suficiente para cobrir a barriga.
  • Outros detalhes podem ajudar a preparar a grávida para o parto, como o ambiente à meia luz.
  • É possível ter a presença do pai ou acompanhante dentro da banheira, sendo que ele ou ela podem ser um dos primeiros a ter contato físico com o bebê após o nascimento.
  • Pode ser feito em hospitais que contem com essa opção ou em casa, desde que tenha o acompanhamento e participação de uma equipe médica.
  • A gestante só entra na banheira ou piscina após uma dilatação de mais de 5 centímetros e contrações intensas (mais de duas a cada 10 minutos).

É prejudicial ao bebê?

Não é prejudicial e o bebê não se afoga desse jeito, até porque ele sai de um meio líquido e aquecido (placenta) para outro meio líquido e aquecido (água). Por isso, ele ainda se comporta como se estivesse no útero da mãe e respira pelo cordão umbilical por cerca de 20 segundos.
Parto na Água

Quais são as vantagens?

  • O ambiente e a presença de pessoas de confiança relaxa a gestante.
  • O processo é mais rápido e menos dolorido, comparado ao parto normal.
  • A recuperação é mais rápida.
  • Permite que a gestante se movimente melhor.
  • Reduz a necessidade de anestesias, o risco de cesáreas e de cortes.
  • Alivia contrações, ao provocar o aumento da irrigação sanguínea, a diminuição da pressão arterial e, consequentemente, o relaxamento muscular.

Recomendações:

Se você está pensando em optar pelo parto na água, é necessário avaliar a possibilidade com o obstetra que está acompanhando a gestação. Isso é extremamente importante, pois há situações em que esse tipo de parto não é recomendável, como, por exemplo, gravidez de risco, parto prematuro, a mãe ser portadora de diabetes, HVI positivo e herpes genital ativo, entre outros.

Como lidar com o final da licença-maternidade

Como lidar com o final da licença-maternidade
Como lidar com o final da licença-maternidade

Só quem é mãe sabe quanto é incômoda a sensação de se afastar dos filhos, nem que seja por algumas horas. Após passar quatro (ou seis, para algumas mamães sortudas) meses após o parto dedicando a atenção exclusivamente ao filho, chega a hora de voltar ao trabalho. O período de licença-maternidade acabou, e agora? Confira dicas de como lidar com o final da licença-maternidade:

A separação é dolorosa, mas muitas vezes necessária.

Outras mães já passaram por isso e podem conversar sobre essa experiência, assim como também podem ajudar com informações e outras dicas.

É hora de desapegar.

Apesar de ser difícil assumir, muitas mães usam os sentimentos dos filhos como desculpa para não aceitar que elas próprias estão em crise e não querem ficar longe deles.

Um dos sentimentos mais comuns é o de culpa: a sensação de que voltar ao trabalho é errado e que isso, de alguma forma, vai prejudicar o bebê.

Não se preocupe, seu filho vai ficar bem e estará te esperando quando você chegar em casa.

Que ninguém cuida do filho melhor do que a mãe, isso todo mundo sabe (ou devia saber).

Mas é necessário aceitar a ajuda de outras pessoas e deixá-las fazerem o melhor que elas podem para que seu filho fique bem. Por isso, alguns meses antes do retorno, defina com quem a criança vai ficar. Será um familiar? Uma babá? Uma creche? O essencial é que, independentemente da escolha, você tenha confiança na pessoa que ficará responsável pelo seu bebê.

Para que a transição não seja brusca e dê tempo para que todas as partes se habituem com a mudança na rotina, a dica é acostumar gradualmente o bebê com a pessoa escolhida ou com a creche.

Comece apresentando a pessoa e/ou o lugar e deixando que ele interaja com o responsável. Nos dias seguintes, permita que ele fique por alguns minutos apenas na presença da pessoa. Aumente, depois, para algumas horas. Dessa forma, você e o bebê estarão bem mais preparados quando a hora chegar.

Como o leite materno é o alimento ideal para bebês até 6 meses, a lei brasileira (artigo 396 da CLT) determina que a mãe seja liberada para fazer dois intervalos de meia hora (ou um intervalo de uma hora) para mamadas ou para retirar o leite com bombinha.

Antes e depois do trabalho, amamente o bebê e retire com bombinha o leite que sobrar.

Reserve adequadamente e deixe algumas mamadeiras com o responsável, caso o bebê sinta fome enquanto você não estiver perto.

5 vídeos interessantes de bebês fofos

Vídeos legais de bebês fofos

Ah, os bebês… seres tão pequenos e fofos que dão vontade de apertar as bochechinhas e abraçar bem forte. Impossível resistir, não é mesmo? Escolhemos alguns vídeos para você assistir, se encantar e mostrar para os amigos e pra família!

Parece que esse bebê gosta de fazer caretas! O sorriso largo, porém, não pode faltar!

As mamães se surpreenderam vendo o vídeo? Parecia que o neném ia acordar bravo, não é? Mas logo surgiu um sorriso neste rostinho. Que delícia acordar assim <3

Publicado por Tricae em Domingo, 31 de maio de 2015

Essa bebê já fez muito sucesso: veja como ela fica encantada ao ver o mundo com óculos!

#BombouNaWeb: A pequena Piper Verdusco, que tem 7 graus de miopia em um olho e 5 no outro, não se conteve de felicidade ao usar um óculos pela primeira vez e ver os pais com nitidez. Postado no Facebook pela mãe da bebê, a norte-americana Jessica Sinclair, o vídeo viralizou na internet e chegou a 19 milhões de visualizações. Assista:

Publicado por Revista ISTOÉ em Segunda, 13 de julho de 2015

Compartilhar a chupeta é uma diversão para esses dois!

چەند جوانن :)

Publicado por Xendan em Segunda, 28 de dezembro de 2015

Virar de bruços não é fácil. Será que ele vai conseguir?

bambino ha un problema di bilanciamento

Publicado por Video Incredibili Bambini em Segunda, 21 de dezembro de 2015

Ouvir a voz da mamãe é uma delícia!

He definitely loves his mommy voice <3 <3 Cr. Kyle Kait Kuffer

Publicado por Cute Baby Videos em Domingo, 15 de novembro de 2015

Você tem um bebê tão fofo quanto esses?

Então ele vai adorar passear com a mamãe e com o papai nas Lojas Denguinho! Lá, vocês encontrarão diversos produtos, como roupinhas, sapatinhos e muito mais! Em Curitiba, você as encontra nos bairros Pinheirinho e Sítio Cercado:

Denguinho Pinheirinho

  • Endereço

    Av. Winston Churchill, 2346

  • Telefone

    (41) 3246-2203

  • Whatsapp

    (41) 9725-2255

Denguinho Sítio Cercado

  • Endereço

    Rua Izaac Ferreira da Cruz, 2875

  • Telefone

    (41) 3349-3547

  • Whatsapp

    (41) 9953-5426