Além do parto normal e cesariana no hospital, um outro tipo de parto está se popularizando: o parto na água. Esse método, inclusive, foi o escolhido pela modelo Gisele Bündchen para dar à luz aos dois filhos dela – e amplamente recomendado após a experiência. Confira as principais características, vantagens e recomendações do parto na água:

Parto na Água

Características:

  •  Nele, a futura mãe fica dentro de uma banheira ou piscina, com água aquecida (em torno de 37 graus Celsius) em quantidade suficiente para cobrir a barriga.
  • Outros detalhes podem ajudar a preparar a grávida para o parto, como o ambiente à meia luz.
  • É possível ter a presença do pai ou acompanhante dentro da banheira, sendo que ele ou ela podem ser um dos primeiros a ter contato físico com o bebê após o nascimento.
  • Pode ser feito em hospitais que contem com essa opção ou em casa, desde que tenha o acompanhamento e participação de uma equipe médica.
  • A gestante só entra na banheira ou piscina após uma dilatação de mais de 5 centímetros e contrações intensas (mais de duas a cada 10 minutos).

É prejudicial ao bebê?

Não é prejudicial e o bebê não se afoga desse jeito, até porque ele sai de um meio líquido e aquecido (placenta) para outro meio líquido e aquecido (água). Por isso, ele ainda se comporta como se estivesse no útero da mãe e respira pelo cordão umbilical por cerca de 20 segundos.
Parto na Água

Quais são as vantagens?

  • O ambiente e a presença de pessoas de confiança relaxa a gestante.
  • O processo é mais rápido e menos dolorido, comparado ao parto normal.
  • A recuperação é mais rápida.
  • Permite que a gestante se movimente melhor.
  • Reduz a necessidade de anestesias, o risco de cesáreas e de cortes.
  • Alivia contrações, ao provocar o aumento da irrigação sanguínea, a diminuição da pressão arterial e, consequentemente, o relaxamento muscular.

Recomendações:

Se você está pensando em optar pelo parto na água, é necessário avaliar a possibilidade com o obstetra que está acompanhando a gestação. Isso é extremamente importante, pois há situações em que esse tipo de parto não é recomendável, como, por exemplo, gravidez de risco, parto prematuro, a mãe ser portadora de diabetes, HVI positivo e herpes genital ativo, entre outros.