Ansiedade Infantil: como saber se meu filho tem?

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Infelizmente, transtornos mentais, como a ansiedade, não têm uma idade mínima. Experimentar ansiedade na infância sempre é difícil e tem o potencial de ser um fator traumatizante, tanto para as crianças que passam por isso como para seus pais.

Lidar com distúrbios como a ansiedade em crianças é ainda mais complicado do que em adultos, porque, muitas vezes, pode ser difícil descobrir se o seu filho está sofrendo de ansiedade ou de outra condição.

Em crianças, os sintomas de ansiedade, frequentemente se sobrepõem aos sintomas de outros distúrbios, e pode ser muito fácil confundi-la com uma deficiência de aprendizado ou um distúrbio de déficit de atenção.

Por isso, preparamos este post para esclarecer sintomas comuns de ansiedade infantil que podem ser sinais de alerta para buscar ajuda especializada.

 

Sinais e sintomas de ansiedade em crianças

A ansiedade se apresenta de muitas maneiras diferentes nas crianças, sintomas que nem sempre são fáceis de entender, tais como:

  • Agitação;
  • Inquietação anormal;
  • Falta de atenção e perda de foco;
  • Dores de cabeça ou de estômago com origem somática;
  • Birras;
  • Choro sem motivo;
  • Recusa de ir para a escola;
  • Crises antes da escola relacionadas a roupas, cabelo, sapatos e/ou meias;
  • Crises depois da escola relacionadas ao dever de casa;
  • Dificuldades para mudar de atividade bruscamente;
  • Problemas para se acomodar na cama;
  • Insônia;
  • Ficar excessivamente nervoso com trabalhos escolares, tarefas domésticas e desempenho esportivo.

Essencialmente, a ansiedade em crianças tende a se manifestar como comportamentos negativos que você pode ter visto de relance no passado, mas que estão se tornando cada vez mais frequentes e intensos.

 

Experiências e eventos assustadores

O desenvolvimento da ansiedade em crianças pode estar ligado a uma situação ou evento percebido como assustador ou traumatizante. Por exemplo, a recusa enfática para não ir mais à escola por parte de uma criança pode ser decorrente de uma experiência negativa — como ver uma briga ou outra criança tendo uma crise médica e ser levada de ambulância — ou de um comportamento tóxico de terceiros em relação à criança — como bullying ou assédio.

 

Transtorno obsessivo-compulsivo e ansiedade

Muitas vezes, em um esforço para administrar fortes sentimentos de ansiedade, as crianças podem começar a criar rituais, fazendo com que fiquem mais propensas a desenvolver Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).

As crianças podem se envolver em rituais específicos que precisam ser completados de manhã, depois da escola ou antes de dormir, em um esforço para afastar coisas potencialmente negativas. Temas comuns do TOC são fobia de germes e rituais para garantir segurança, perfeição ou organização.

 

Identificando e Tratando a Ansiedade em Crianças

Às vezes, a ansiedade infantil pode ser ignorada porque os responsáveis pela criança acreditam que esses comportamentos anormais são apenas “uma fase”. No entanto, se algum desses sintomas ou comportamentos persistirem, é fundamental consultar um psicólogo que use uma abordagem comportamental cognitiva para tratar a ansiedade.

Como a ansiedade na infância também pode ser cansativa para os pais, é essencial que os adultos também obtenham ajuda para o problema, por meio de grupos de apoio ou psicólogos. Somente assim é possível oferecer uma orientação efetiva para o seu filho à medida que o tratamento para redução da ansiedade ocorre.

Sensibilidade e medo das crianças com fogos de artifício no Ano Novo, o que fazer?

Sensibilidade e medo das crianças com os fogos de artifício no Ano Novo, o que fazer?

As crianças adoram as festas de fim de ano. As férias, os presentes, a ceia… Tudo isso tem um sabor ainda mais especial na infância. No entanto, para as crianças menores algumas coisas podem atrapalhar esse momento. São os fogos de artifício no Ano Novo.

Saiba o que fazer para aliviar o medo das crianças nessa hora.

Deixe que as crianças se sintam seguras

Em primeiro lugar, não subestime o medo da criança. Lembre-se que você também tem medo em algumas situações e não é legal quando alguém menospreza o que você sente. Se a criança for maior converse com ela para explicar que não tem nada de mais acontecendo nesse momento.

Fale que você está ali com ela e que nada de ruim vai acontecer. Isso ajuda a criança a ter mais segurança e alivia o medo que ela sente.
Você pode também criar um espaço acolhedor dentro de casa, aumentando o volume da televisão e deixando um som ambiente no local. Brincar com a criança para que ela se distraia também pode ser uma boa opção.
Não force a criança a ver os fogos de artifício ou ficar perto de onde estão soltando rojões durante o Ano Novo. Respeite o espaço dela e fique ao seu lado.

Se não tiver como manter ela afastada do barulho, você pode recorrer aos protetores de ouvido.

Mostre vídeos de fogos de artifício antes da festa

Uma dica importante é familiarizar a criança com aquilo que ela tem medo. Antes da chegada das festas mostre vídeos de queima de fogos e explique para ela o que vai acontecer na noite de Ano Novo.

Se ela estiver preparada e entender que aquele barulho será normal, há menos chances de ela se assustar nesse momento.

Como as crianças não conseguem ainda diferenciar elementos da fantasia e da realidade é importante que você ajude ela a compreender o que está se passando. No entanto, oriente sempre para que a criança não fique perto dos rojões, para evitar acidentes.

Veja se a criança não tem algum tipo de sensibilidade auditiva

Outra atitude importante é levar a criança a um otorrinolaringologista para verificar se a criança não possui algum tipo de sensibilidade no ouvido.

Os bebês menores, mesmo que ainda não tenham como demonstrar situações de medo, também podem se incomodar e se assustar com o barulho. Se a criança chorar ao ouvir barulhos de fogos de artifício tire ela do local e leve-a para um ambiente silencioso.

Lembre-se que o som forte dos fogos pode causar até mesmo danos na audição, portanto, não é frescura se você afastar o seu filho nesse momento.

O medo é um sentimento comum de autoproteção, ainda mais na infância, e não adianta pedir que a criança não o sinta. É importante respeitar o medo dela e ajudá-la a lidar melhor com a situação. No entanto, se você perceber que o medo está saindo de controle e impedindo a criança de fazer algumas coisas no dia-a-dia, procure a ajuda de um especialista para identificar os motivos desse comportamento.

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Mundo do Dengucho | Existe uma quantidade ideal de brinquedos para o meu filho?

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Talvez em algum momento você já tenha feito essa indagação: “existe uma quantidade ideal de brinquedos para o meu filho?”. Afinal, como pais educadores e protetores que somos, sempre estamos procurando informações e fontes confiáveis que nos ajudem a proteger os nossos filhos diante de excessos e também da faltas. Enfim, buscando o limite!

Para responder a essa indagação, fizemos uma pesquisa e buscamos saber o que dizem os especialistas. Continue a leitura deste texto e saiba qual é o limite ideal de brinquedos para o seu filho.
O excesso de brinquedos produz uma formação adulta consumista

De acordo com uma recente pesquisa feita pelo portal IG, com especialistas do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ter muitos brinquedos não é adequado para uma criança, pois dificulta a compreensão ou o entendimento do que seja o limite. Com isso, a pesquisa diz que a criança pode crescer com possibilidades de se tornar um adulto consumista.

Além disso, outro ponto destacado é que a regra básica é brincar, tendo ou não brinquedos. O brinquedo entra apenas como um complemento do ato de brincar e de aprender e os pais precisam ter ciência disso.

Os especialistas também apontaram que se as crianças não tiverem brinquedos oriundos da indústria, qualquer outro objeto simples que represente uma brincadeira saudável pode se tornar motivo de lazer para elas.
Ponderar é o ideal: nem muito, nem menos

De acordo com o psicólogo Áderson Costa e também professor da Universidade de Brasília, alguns brinquedos podem colaborar para o ensino-aprendizado das crianças e consequentemente para o seu desenvolvimento.

À medida que elas vão crescendo, diz o especialista, é preciso dosar a quantidade de brinquedos e adotar os tipos de brinquedos levando em consideração a idade da criança. Não precisa ser necessariamente brinquedos caros, como muitos pais acreditam, afirma ele.

Por exemplo, quando os bebês estão começando a engatinhar, adotar certos tipos de brinquedos como os coloridos e os que mudam de cor pode fazer bem à criança e aguçar a sua curiosidade. Já para criança um pouco mais desenvolvida, entre 3 a 4 anos, não há tanto interesse nos brinquedos para bebês, elas se sentem mais instigadas por brinquedos de encaixe e desencaixe.

Se por um lado temos a necessidade de limitar o excesso de brinquedos para que a criança não se torne um adulto consumista, por outro, temos a necessidade de ter certos brinquedos para colaborar com o seu desenvolvimento.

Assim, não existe necessariamente uma quantidade ideal de brinquedos para o seu filho. O que deve pesar no processo de aquisição de brinquedos para a criança é a ponderação.

O que os pais devem saber é que muito mais importante do que o brinquedo é brincar, envolver a criança em atividades lúdicas, prazerosas e felizes, que deem a ela qualidade de vida através do lazer.

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Como curtir o Ano Novo com os filhos

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Dezembro está quase acabando e não há jeito melhor de celebrar as datas comemorativas do que com a família, ainda mais se vocês têm crianças pequenas. Mas, para que você possa aproveitar o Ano Novo com os filhos, existem algumas dicas importantes. E nós separamos as principais para você.

Segurança

Se você decidiu passar a virada do Ano Novo com os filhos em um lugar com muita gente, a atenção deve ser redobrada! É claro que você pode deixar a criança brincar tranquilamente, desde que ela esteja perto dos pais. Se você preferir, você pode até vesti-la com uma roupa mais chamativa, assim é mais fácil de encontrá-la, caso a perca de vista. E se quiser garantir, pode até identificar seu filho (a) com uma pulseira, por exemplo.

Outra questão que merece atenção é a água. Se a família for comemorar a chegada de 2018 na praia, mantenha sempre a criança por perto. Já, se a celebração for em um clube, verifique se as piscinas tem proteção. Se não tiverem, uma boa saída é escolher uma mesa longe dessa área.

Na virada

Para que os pais e os filhos aproveitem da melhor maneira possível a virada, é importante se preparar durante o dia. Uma boa ideia é deixar que a criança descanse o máximo possível. Você inclusive pode atrasar os horários da soneca. Assim, ela vai conseguir ficar acordada até mais tarde. Mas, se a virada não for comemorada em casa, é importante levar o carrinho do seu filho (a). Dessa forma, se ele ficar cansado, poderá dormir em um local onde já está acostumado. E é claro, não esqueça de levar um casaco ou guarda-chuva!

Cuidado também com as comidas que você vai dar para ele durante o dia. Prefira alimentos leves e não esqueça de oferecer bastante água e sucos. Já para o jantar, é uma boa ideia levar uma marmita para a criança, pois é possível que ela não queira nenhum alimento da ceia.

Fora de casa

Se você não quer se preocupar com toda a preparação para a ceia, que tal passar o Ano Novo com os filhos fora de casa? Você pode escolher um clube ou viajar para algum hotel ou pousada. E se vocês escolherem a segunda opção, ainda podem aproveitar para tirar uns dias de folga. Dessa forma, poderão passar mais tempo com as crianças, aumentando a conexão com a família. Sem falar que é uma ótima forma de descansar e aproveitar a virada.

Metas

Não são só os adultos que podem ter metas para 2018. Que tal fazer uma lista de objetivos para o Ano Novo com os filhos? Basta conversar com eles para saber as coisas que eles acreditam que podem melhorar. Alguns exemplos são:

– Comer mais alimentos saudáveis;

– Manter os brinquedos arrumados;

– Ser educado com outras crianças.

No final do ano, vocês podem conversar novamente para analisarem como eles se saíram!

Gripe ou resfriado? Saiba como diferenciar e tratar

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Dentre as doenças que podem atingir os pequenos, a gripe ou resfriado estão entre as principais. Mas para tratá-las da melhor forma possível, é essencial diferenciá-las. Pensando nisso, preparamos um post para te ajudar a descobrir qual desses males está prejudicando seu filho (a).

O que são?

Tanto a gripe, quanto o resfriado são doenças respiratórias que podem atingir pessoas de todas as idades. Apesar de serem semelhantes, a gripe é causada pelo vírus Influenza, enquanto o resfriado pode ser transmitido pelo Rinovírus, Coronavírus, Adenovírus, Vírus Sincicial, entre outros.

Quais são as diferenças?

Além da diferença da causa de cada uma dessas doenças, também existem distinções com relação aos sintomas. Por exemplo, enquanto os sinais da gripe aparecem de uma hora para a outra, os do resfriado surgem aos poucos. A duração dos males também é diferente. A gripe permanece geralmente uma semana, já o resfriado passa em no máximo quatro dias.

Sintomas

Os sintomas que aparecem quando a criança está com gripe ou resfriado são os mesmo:

– Febre;

– Dores no corpo;

– Fraqueza;

– Nariz entupido;

– Tosse;

– Dor de garganta;

– Dor de cabeça.

Apesar de serem iguais, eles surgem em intensidades diferentes, sendo sempre mais brandos no resfriado. Além disso, a fraqueza e as dores de garganta e cabeça podem ser que nem apareçam nesses casos. Mas, para ter certeza absoluta de qual é a doença, fique atento (a) a espirros. Eles são comuns em resfriados, mas não na gripe.

Como evitar?

Para evitar que seu filho (a) pegue doenças como gripe ou resfriado, é preciso cuidar principalmente dos hábitos de limpeza. Além disso, você deve manter o ambiente arejado e evitar o contato dele (a) com pessoas que estejam com sintomas dessas enfermidades.

Como tratar?

Para saber a melhor forma de tratamento para o seu bebê, o ideal é consultar ou entrar em contato imediato com o pediatra. Mas, no geral, existem algumas coisas que você pode fazer para reduzir o incômodo dele. Por exemplo, é possível realizar a higiene nasal com soro fisiológico e fazer inalação. Dessa forma, fica mais fácil de eliminar o catarro.

Mas, se os sintomas estiverem incomodando muito, os médicos precisam receitar algum medicamento. Um que é bastante usado nesses casos é o Benegrip Multi, pois sua composição ajuda a reduzir as dores, febre e coriza. Sua indicação é para bebês que já tenham ao menos 2 anos.

Atenção

Se seu filho (a) estiver com resfriado, os riscos de piora da doença são menores. Já na gripe essa tendência aumenta. Porém, em ambos os casos é preciso tomar cuidado. Pois, enquanto o primeiro pode causar bronquite, otite e sinusite, o segundo pode chegar ao ponto de uma pneumonia.

Por isso, independentemente se seu pequeno (a) está com gripe ou resfriado, é preciso entrar em contato com o pediatra o quanto antes, para tomar todos os cuidados necessários, garantindo que ele se recupere logo!

Cuidados no verão que você deve ter com seus filhos

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As férias estão chegando e nesse período é comum que as famílias aproveitem o tempo livre para viajar e conhecer novos lugares. Os destinos mais procurados geralmente possuem praias ou piscinas, mas se um dos membros da família ainda é pequenininho, é preciso ter cuidado redobrado. Por isso, nós separamos algumas dicas super importantes, que certamente vão te ajudar a se preparar para essa folga tão esperada.

Kit de primeiros socorros

Se tem uma coisa que você não pode esquecer na hora de fazer a mala do seu filho (a) é o kit de primeiros socorros. Com a ajuda do pediatra, você pode montar ele de acordo com as necessidades do pequeno (a), mas no geral, eles devem conter:

– Anti-inflamatórios;

– Analgésicos;

– Colírio;

– Algodão;

– Gaze;

– Cotonetes;

– Band-aids;

– Pinças;

– Tesouras;

– Termômetros;

– Álcool;

– Soro fisiológico;

– Mercúrio;

– Repelentes;

– Hidratante;

– Protetor solar.

Segurança

Para começar a viagem com o pé direito, um dos principais cuidados no verão é com a segurança. Por isso, em viagens de carro é primordial usar a cadeirinha apropriada, levando em consideração o tamanho e a idade da criança. Além disso, não esqueça de oferecer água e comida durante o trajeto, principalmente em trechos mais longos.

Praia ou piscina

Quem tem filhos pequenos deve redobrar a atenção nesses lugares! O ideal é sempre acompanhar as crianças quando elas forem entrar na água. Também é importante se certificar sobre a poluição da mesma e controlar o tempo dentro do mar ou piscina, já que o excesso pode causar problemas como otite e infecções de pele.

Um dos principais cuidados no verão diz respeito ao sol! Evite os horários próximos ao meio dia, deixando seu filho (a) exposto até as 10h e depois das 16h (no horário de verão, acrescente uma hora). Também não esqueça de passar o protetor solar pelo menos 15 minutos antes da exposição (lembre-se das orelhas e pés).

Calor

Se vocês estiverem em um lugar muito quente, evite agasalhar demais o pequeno (a). Além disso, tenha cuidado com o ar condicionado, pois ele pode deixar o espaço muito seco. Uma boa alternativa são os ventiladores, mas eles devem estar sempre limpos e nunca voltados diretamente para a criança. E se estiver fazendo muito calor a noite, uma boa ideia é dar banho no seu filho antes de colocá-lo para dormir.

Hidratação

Beber água é sempre fundamental, mas quando o assunto são as crianças, esse se torna um dos principais cuidados no verão. Ofereça água frequentemente para seu filho e também esteja atenta (o) a alguns sintomas como:

– Diarreia ou vômitos há no mínimo 24h;

– Boca seca;

– Irritabilidade;

– Moleza;

– Perda de elasticidade na pele;

– Pouco xixi;

– Olhos fundos.

Esses sintomas podem indicar que o pequeno (a) está com desidratação, que pode ser causada, inclusive, por rota vírus. Se esse for o caso, entre em contato com o pediatra e dê água, sucos naturais e soro caseiro para a criança. Se ainda estiver na fase da amamentação, basta oferecer o peito quando ele (a) pedir.

Alimentação

É preciso ter cuidado com os alimentos que seu bebê vai ingerir, principalmente comidas exóticas, cruas ou muito pesadas. O ideal é manter uma dieta leve, com refeições completas, que inclua frutas, saladas e carnes grelhadas. Doces em excesso também devem ser evitados. E se seu filho tiver algum tipo de alergia, sempre verifique se as comidas que você vai dar a ele não contém as substâncias que o prejudicam.

Faça você mesmo: Festinha divertida de Halloween

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Todo dia 31 de Outubro é comemorado o Halloween (ou Dia das Bruxas, como é mais conhecido aqui no Brasil). A tradição é muito mais conhecida e apreciada por quem não mora aqui no país, mas aos poucos o Halloween está chegando com força por aqui! Se você já é adepto a essa comemorar essa data e sair por aí pedindo “doces ou travessuras”, olha só algumas ideias de festinha divertida de Halloween que você mesmo pode organizar, fazer brincadeiras e decorar:

Dicas que você precisa saber sobre dentes de leite

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O nascimento dos primeiros dentes de leite, passando pela fase das janelinhas, até a dentição permanente é um ciclo que faz parte da infância de todo mundo. Além dos cuidados com a higiene bucal, para uma dentição forte e saudável, há muitas dúvidas e curiosidades sobre esse processo.

Então, para ser uma mamãe nota 10 em dentes de leite preparamos esse post especial. Confira!

Por que chamamos dentes de leite?

O nome técnico para essa primeira dentição é dentes decíduos, o que não soa tão fofo quanto dentes de leite. Porém, o motivo para chamarmos dessa maneira está relacionado a cor, bem branquinha, e a textura que lembram o leite e, também, ao fator da dentição temporária ser algo característico dos seres que mamam quando nascem (mamíferos).

Quando os dentes de leite começam a nascer?

Os dentinhos de leite começam a ser formados por volta da sexta semana de gestação, mas só aparecem mesmo após o quarto mês de nascença. Ocasião que o bebê começa a sentir bastante coceirinha na gengiva e pode ficar irritadinho.

Qual a ordem de nascimento dos dentes de leite?

Apesar de não ser uma regra, normalmente, a ordem de aparecimento dos dentes de leite é a seguinte:

— dentes incisivos inferiores (dos 5 aos 12 meses);

— dentes incisivos superiores (dos 7 aos 10 meses);

— dentes laterais superiores e inferiores (dos 9 aos 12 meses);

— primeiros molares superiores e inferiores (dos 12 aos 18 meses);

— caninos superiores e inferiores (os 18 aos 24 meses);

— segundos molares inferiores e superiores (dos 24 aos 30 meses).

Curiosidade: os dentes de baixo nascem antes dos de cima e os dentinhos surgem aos pares, sempre um esquerdo e um direito.

Para que servem os dentes de leite?

Basicamente, eles têm uma função provisória, auxiliando na trituração dos alimentos, para facilitar a alimentação e digestão, e no preparo da musculatura do maxilar para o nascimento dos dentes permanentes.

Por que os dentes de leite caem?

Enquanto os dentes permanentes estão crescendo, eles vão corroendo e diminuindo a raiz dos dentes provisórios, o que faz com que esses fiquem molinhos e, consequentemente, caiam para dar lugar ao permanente que está nascendo.

Pode arrancar o dente de leite?

Aquela história de amarrar o dente com uma linha no trinco da porta, ou comer algo duro para o dente cair não é muito recomendado pelos especialistas. Isso porque esses métodos podem ser agressivos, machucando a gengiva e ocasionando danos ao ciclo natural do dente.

O correto é deixar o dente cair sozinho, o que pode ser difícil já que a criança fica brincando com o dente molinho. Então procure distrair a criança ou procurar um dentista para ter orientações mais precisas.

O dente de leite não cai, e agora?

O processo de troca dos dentes pode durar dos 4 até os 12 anos. Entretanto, fatores como falta de espaço ou inexistência do dente permanente, gengiva muito fibrosa e problemas no crescimento podem ocorrer. O recomendado é visitar um dentista regularmente, para que o especialista faça o acompanhamento preciso de cada caso.

Qual a diferença do dente de leite e do dente permanente?

Basicamente, os dentinhos de leite são menores, mais clarinhos, possuem menos camada de esmalte e tem a raiz mais estreita.

O que fazer com o dente de leite?

A tradição diz que a criança deve colocar o dente que caiu embaixo do travesseiro, para que a fada do dente leve embora e deixe uma moedinha. Essa brincadeira é uma forma lúdica de estimular a criatividade do seu filho, além de ser uma fase descontraída entre papais e filhotes. Mas, você sabia que é possível armazenar em laboratório o dente de leite que caiu?

Assim como o cordão umbilical, os dentes de leite são fontes de células-tronco mesenquimais multipotentes, ou seja, células-troncos que podem ser cultivadas a fim de seres usadas futuramente em procedimentos de regeneração de tecidos, tanto pelo próprio doador quanto por membros da família

Como cuidar dos dentes de leite?

Por fim, a higiene bucal é muito importante para assegurar a saúde sistêmica dos pequenos. Durante o processo de troca de dentes, o seu filho fica mais vulnerável as bactérias e cáries, por isso, a escovação entre refeições, assim como o uso de fio dental deve ser estimulada e orientada. Inclusive, nesse post ensinamos como cuidar dos dentes das crianças!

Dicas de alimentação para o seu bebê de até 1 ano

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Será que já é hora de trocar o peito pela papinha? Frutas amassadas ou papinha de legumes? A alimentação para o bebê sempre é motivo de dúvidas para as mamães e papais, afinal, sempre queremos manter a saúde dos pequerruchos.

Então, confira as nossas dicas de alimentação para o seu bebê até o primeiro aninho:

0 a 6 meses

Nessa fase, o único alimento que o seu bebê deve ingerir é o leite materno. Nele, há tudo o que é necessário para a criança se desenvolver de forma saudável, sem a necessidade de nenhum tipo de complemento, o que inclui vitaminas, nutrientes e até mesmo água.

Algumas mamães acham que possuem o leite fraco, o que não passa de um mito, e, por isso, oferecem chazinhos ou água para a criança. O que é desnecessário. Inclusive, oferecer esses líquidos pode fazer com que a criança engula ar, ocasionando cólicas no bebê.

Nos casos em que a alimentação do bebê for por meio de leite em pó adaptado, nessa fase da vida o indicado é oferecer mamadeiras sempre que ele quiser, em torno de 6 a 7 por dias, e, nessa situação, deve-se dar água à criança.

6 a 7 meses

Depois dos seis primeiros meses de idade, a alimentação do bebê já pode ser complementada com novos alimentos. Porém, a amamentação deve continuar até os dois anos de idade.

Nesse momento de transição, a dica de alimentação é intercalar os alimentos entre as mamadas, começando com frutas pastosas amassadas. Banana, manga, mamão e caqui são ótimas para fazer uma papinha.

7 a 9 meses

A partir do sétimo mês, a alimentação do bebê já pode ser de comidinhas salgadas em purê, para facilitar o processe de digestão da criança. Papinhas com legumes, feijão e carne de frango ou peru também fazem parte do cardápio, mas sempre lembrando de oferecer água para o pequeno.

Nessa idade, iogurtes leves, sorvetinhos caseiros e gema de ovo cozido também podem ser oferecidas ao bebê.

Depois que seu filho já estiver acostumado com as papinhas, comece a oferecer alimentos sólidos em pedaços que ele consiga mastigar, como futas ou grãos cozidos. Isso é importante para que ele vá aprendendo a sentir texturas e desenvolvendo mais o paladar.

9 a 1 ano

Até um ano de idade, o ideal é que a alimentação do bebê seja o mais próximo possível da dos pais, respeitando, é claro, alimentos com temperos muito forte. Além da alimentação balanceada, as refeições compartilhadas servem para que o pequeno desenvolva laços com a família.

Com um aninho, a criança estará apta a ingerir de tudo, como cereais, massas, carne, frutas e legumes. Porém, alimentos com muita gordura e açúcar devem ser evitados.

Lembrando que a criança sempre aprende pelo exemplo, então, é um ótimo momento de controlar a alimentação de toda a família em prol da saúde.

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