Bebê Conforto: 3 dicas para garantir a segurança do seu pequeno durante uma viagem

Bebê Conforto

Assim como no final do ano, os primeiros meses de um novo ano também são ótimos para viajar. Afinal de contas, esse é o período em que muitas pessoas estão de férias. Então, nada melhor do que colocar o pé na estrada, não é mesmo?

No entanto, se você tem bebês pequenos, certamente já deve até mesmo ter cogitado em deixar de viajar por medo de que o bebê não fique bem acomodado no bebê conforto durante o trajeto. Mas não se preocupe, existem algumas dicas que com certeza irão garantir não apenas o conforto e a segurança do seu bebê, mas também a sua tranquilidade.

Quer saber quais ideias são essas? Então continue lendo esse post e confira algumas sugestões para garantir o conforto do seu bebê durante a viagem!

1

Saiba escolher o bebê conforto

Você com certeza já deve ter notado que as opções de cadeirinhas e bebês conforto existentes no mercado aumentaram de forma considerável. Isso se deve, em grande parte, também à obrigatoriedade prevista em lei desde o ano de 2010.

A chamada “Lei da Cadeirinha” torna o uso de cadeirinhas e bebês conforto obrigatório, sendo que o tamanho e o modelo variam de acordo com a idade e peso da criança. Dessa forma, quando você for comprar um bebê conforto, certamente irá se deparar com milhares de opções, mas, levando algumas coisas em consideração, ficará fácil escolher a melhor opção para o seu bebê.

O primeiro aspecto a ser levado em consideração é o peso do seu bebê. Apesar de a lei estipular que a escolha entre bebê conforto e cadeirinha deve ser feita em virtude da idade da criança, nós sabemos que muitas das vezes o peso dos pequenos não condiz com a idade que eles têm.

Por isso, o mais indicado é que você sempre observe o peso do seu filho antes de optar por uma cadeirinha ou um bebê conforto. Segundo especialistas da área, o recomendado é que crianças que tenham até 13 quilos usem o bebê conforto, ao passo que os que tenham até 25 passem a usar a cadeirinha.

2 Instalando o bebê conforto

Independentemente de se tratar de uma viagem longa ou um simples trajeto, é importante que você instale o bebê conforto de forma correta. Garantir a inclinação ideal, por exemplo, é muito importante para evitar que o bebê acabe engasgando em caso de vômito, episódio mais comum em bebês mais novinhos.

Além disso, é preciso seguir ainda outra indicação da legislação vigente que diz respeito à posição em que o bebê conforto deve ficar dentro do veículo. Quando for instalar o bebê-conforto em seu carro, coloque-o de forma que o bebê sempre fique de costas para o sentido do movimento.

Caso o banco do meio possua três pontos de cinto, esse é o lugar ideal para instalar o bebê conforto do seu filho.

3 Não tenha pressa

Nossa última dica é que você não deixe para fazer a instalação do bebê conforto de última hora, pois muitas pessoas apresentam dificuldades nesse processo, e realiza-lo com calma é um dos requisitos para garantir a segurança do seu bebê.

E aí, gostou dessas dicas? Para mais dicas como essas, acesse nosso site!

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5 cuidados fundamentais para ter com os seus pequenos nesse inverno!

5 cuidados fundamentais para ter com os seus pequenos nesse inverno
O inverno, com seu tempo frio e seco, traz alguns cuidados fundamentais que devem ser tomados com a saúde do bebê e das crianças. Por isso, vamos ver 5 cuidados para ter com os pequenos neste inverno.

1) Manter o nariz bem limpo

O frio e o clima seco são uma receita para problemas respiratórios e crises de alergia. Por isso, manter o nariz das crianças, e principalmente dos bebês, bem limpinho é importante para que os pequenos possam respirar sem maiores problemas. Aplicar o soro fisiológico, uma vez por dia se necessário, é uma maneira de garantir que o narizinho vai funcionar bem.

Além disso, para ajudar a evitar alergias, dê um limite à quantidade de bichinhos de pelúcia. Por mais que sejam bonitinhos, eles atraem muito ácaro e poeira.

2) O banho

A hora do banho pode ser um momento tenso em qualquer estação do ano. Muitas crianças não gostam e não querem largar a brincadeira para se lavar. Mas no inverno, essa preocupação é ainda maior. Marcar o banho por volta de meio-dia, quando a temperatura durante o dia costuma ser mais alta, é uma ótima ideia.

Além disso, a própria temperatura do banho pode ser um incentivo para as crianças. Uma temperatura de 35 a 37 graus é uma forma de deixar esse momento mais tentador, pois até mesmo os pequenos gostam de relaxar na água quentinha durante o frio. Mas também não pode demorar muito!

Assim que o banho acabar, deve-se secar a criança muito bem e colocar a roupa o mais rápido possível.

3) A pele

A hora do banho é importante também porque pode ajudar a revelar algum problema na pele dos pequenos. O contato da pele com o ar frio e seco, muito comum em Curitiba e especialmente no inverno, pode gerar algumas irritações e uma leve desidratação cutânea. Isso pode resultar em dois problemas:

As brotoejas podem aparecer também no inverno. Com a intenção de proteger do frio, os pais colocam muitas roupas pesadas que podem entupir as glândulas de suor das crianças. Resultado? Pequenas bolinhas vermelhas.

Por outro lado, a hipotermia é o oposto desse problema. Essa situação é bem séria e pode fazer mal às crianças e principalmente aos bebês. Para controlar isso, preste atenção nas extremidades do bebê caso estejam frias, e ande com um termômetro para garantir que a temperatura está por volta do ideal.

4) As roupas

A principal forma de evitar esses problemas é através das roupas para bebês e crianças e do agasalhamento ideal. Um dos maiores segredos para combater o frio, especialmente nas crianças, é o uso de camadas. Nas mais próximas da pele, roupas finas devem ser prioridade de modo a não sufocar.

Uma camisetinha leve para as crianças maiores ou um body para os bebês, são ótimas opções para deixar o tórax quentinho e bem protegido, mas sem sufocar. Dependendo do frio, camadas podem ser adicionadas, como outras blusas e casaquinhos, conforme a temperatura caia.

As extremidades também são muito importantes. Os pequenos perdem muito calor nas mãos, nos pés e na cabeça, ainda mais que os adultos. Por isso, gorros, luvas e meias bem quentinhas são fundamentais. Um cachecol também é uma boa ideia, para manter a garganta aquecida e protegida, além de ser muito estiloso.

5) O sono

O soninho evidentemente também é muito relevante para a saúde dos pequenos. É importante manter a ideia das camadas, e é fundamental garantir que não haja nenhum desconforto durante a noite. Por exemplo, não deixar o bebê muito soterrado de cobertas.
E para ajudar a proteger o seu filhote com as melhores roupinhas, confira nossos produtos nas lojas Denguinho e deixe seu filho preparado para o inverno: http://www.denguinho.com.br/

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Mundo do Dengucho | Existe uma quantidade ideal de brinquedos para o meu filho?

quantidade ideal de brinquedos

Talvez em algum momento você já tenha feito essa indagação: “existe uma quantidade ideal de brinquedos para o meu filho?”. Afinal, como pais educadores e protetores que somos, sempre estamos procurando informações e fontes confiáveis que nos ajudem a proteger os nossos filhos diante de excessos e também da faltas. Enfim, buscando o limite!

Para responder a essa indagação, fizemos uma pesquisa e buscamos saber o que dizem os especialistas. Continue a leitura deste texto e saiba qual é o limite ideal de brinquedos para o seu filho.
O excesso de brinquedos produz uma formação adulta consumista

De acordo com uma recente pesquisa feita pelo portal IG, com especialistas do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ter muitos brinquedos não é adequado para uma criança, pois dificulta a compreensão ou o entendimento do que seja o limite. Com isso, a pesquisa diz que a criança pode crescer com possibilidades de se tornar um adulto consumista.

Além disso, outro ponto destacado é que a regra básica é brincar, tendo ou não brinquedos. O brinquedo entra apenas como um complemento do ato de brincar e de aprender e os pais precisam ter ciência disso.

Os especialistas também apontaram que se as crianças não tiverem brinquedos oriundos da indústria, qualquer outro objeto simples que represente uma brincadeira saudável pode se tornar motivo de lazer para elas.
Ponderar é o ideal: nem muito, nem menos

De acordo com o psicólogo Áderson Costa e também professor da Universidade de Brasília, alguns brinquedos podem colaborar para o ensino-aprendizado das crianças e consequentemente para o seu desenvolvimento.

À medida que elas vão crescendo, diz o especialista, é preciso dosar a quantidade de brinquedos e adotar os tipos de brinquedos levando em consideração a idade da criança. Não precisa ser necessariamente brinquedos caros, como muitos pais acreditam, afirma ele.

Por exemplo, quando os bebês estão começando a engatinhar, adotar certos tipos de brinquedos como os coloridos e os que mudam de cor pode fazer bem à criança e aguçar a sua curiosidade. Já para criança um pouco mais desenvolvida, entre 3 a 4 anos, não há tanto interesse nos brinquedos para bebês, elas se sentem mais instigadas por brinquedos de encaixe e desencaixe.

Se por um lado temos a necessidade de limitar o excesso de brinquedos para que a criança não se torne um adulto consumista, por outro, temos a necessidade de ter certos brinquedos para colaborar com o seu desenvolvimento.

Assim, não existe necessariamente uma quantidade ideal de brinquedos para o seu filho. O que deve pesar no processo de aquisição de brinquedos para a criança é a ponderação.

O que os pais devem saber é que muito mais importante do que o brinquedo é brincar, envolver a criança em atividades lúdicas, prazerosas e felizes, que deem a ela qualidade de vida através do lazer.

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