Links da semana #139

03.03| Links da Semana
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A cada semana, você encontrará recomendações de matérias importantes, que vão te deixar ainda mais informada sobre o universo do seu filho. Confira os cinco melhores links desta semana:

Links da Semana #138

23.02| Links da Semana
Links da Semana

A cada semana, você encontrará recomendações de matérias importantes, que vão te deixar ainda mais informada sobre o universo do seu filho. Confira os cinco melhores links desta semana:

Como saber se estou em trabalho de parto?

22.02| Gestação
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Você já deve ter visto em vários filmes e seriados a seguinte cena: a personagem, grávida, avisa que o bebê vai nascer e, então, começa a correria para levá-la ao hospital. Ao chegar, ela é informada de que é alarme falso e que não está em trabalho de parto. Outra cena comum: a bolsa estoura, e tanto a gestante quanto o parceiro ficam desesperados, com medo que o bebê nasça no caminho.

Na vida real, na maioria das vezes não é necessário desespero e correria. Mas, mesmo assim, a dúvida fica na cabeça da futura mamãe: “como saber se estou em trabalho de parto?”. Calma, vamos te ajudar! Mesmo que os últimos nove meses e a reta final sejam diferentes de mulher para mulher, você precisa ficar atenta a alguns sinais comuns a todas e saber como interpretá-los.

Falso trabalho de parto – o famoso “foi alarme falso!”

É possível que você tenha alguns sintomas que se assemelham muito ao momento em que o corpo se prepara para o parto. As contrações incomodam, mas não doem e não têm ritmo. Podem acontecer a cada 30 minutos (ou mais) e causar dilatação de 2 a 3 centímetros. Não se assuste: ainda não está na hora.

Por que isso acontece? Esta é uma forma do corpo treinar antes do verdadeiro momento de trazer o bebê ao mundo.

Trabalho de parto – “é hora do show!”

As contrações ficam frequentes, intensas, fortes, demoradas e, principalmente, doloridas. O ritmo varia de 30 até 3 minutos. O bebê se posiciona para nascer, então a barriga fica mais baixa e ocorre o endurecimento do útero e região. Algumas mulheres sentem dores nas costas (região lombar) que parecem com cólicas pré-menstruais.

Outros sinais:

> Eliminação do tampão de muco.

Também conhecida como Rolha de Schröder, é uma secreção localizada no fim do colo do útero. Ela funciona como impermeabilizante, ou seja, evita que bactérias da vagina ou infecções contaminem o líquido amniótico.

> A bolsa estoura.

Ao contrário do que os filmes mostram, não precisa se desesperar. A criança pode nascer em até 24 horas depois do rompimento da bolsa. Então relaxe: dá tempo de tomar banho, terminar de arrumar a bolsa maternidade e chamar alguém para te levar ao hospital ou à maternidade. É importante, no entanto, não demorar mais que 6 horas para encontrar seu médico.

Obstetra, o melhor amigo da gestante

Caso ainda tenha dúvidas, basta entrar em contato com o/a obstetra. Ele/ela provavelmente fará uma série de perguntas (a frequência das contrações, se você consegue andar enquanto está tendo uma contração e outros sintomas) e dirá o que você precisa fazer.

Se os sinais não ocorrerem depois de 40 semanas de gestação, avise o médico. Nesses casos, o  risco de complicações pode aumentar. Por isso, é possível que o médico sugira o parto induzido. Mas lembre-se: isso não ocorre com frequência. Então caso seja necessário, ele/ela te avisará.

Ansiedade

Entrar em trabalho de parto pode ser um momento muito emocionante e cheio de ansiedade. Nada mais justo, afinal, você está a poucas horas de apresentar o mundo ao seu bebê e conhecer a carinha dele. Que delícia! Está quase!

Até lá, o que posso fazer?

A bolsa maternidade está pronta? A roupinha para saída maternidade do  seu denguinho está separada? E o resto do enxoval? Não se preocupe! As Lojas Denguinho têm tudo que o seu bebê precisa para os primeiros dias, assim como itens para as primeiras semanas, meses e anos. Confira mais em nosso site:

Alterações de humor na gravidez: como lidar?

19.02| Gestação
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Guarde estes dois nomes: Estrógeno e Progesterona. Não, eles não são sugestões de nomes para bebês, esses dois hormônios são responsáveis por preparar a corpo da mamãe durante a gestação. Além disso, os danadinhos são os grandes causadores das alterações de humor na gravidez. Mas é claro, não são os únicos fatores.

Entenda o que está acontecendo

Nos três primeiros meses, ou 12 semanas como as gestantes costumam dizer, os níveis hormonais sobem bem lá no alto. Por isso aquela montanha-russa de ansiedade, insegurança, anseios, choros e tudo o mais.

Não é para menos que as mulheres tenham tantas alterações de humor na gravidez, afinal, tem um bebezinho sendo gerado, o que é uma coisa maravilhosa, mas que gera aquela confusão na cabeça.

Busque apoio

Procurar conversar é uma das melhores formas de lidar com isso. Nessas horas, é recomendado procurar alguém que já tenha passado pelas mesmas coisas, como a sua mãe, irmã e amigas, vale até a sogra. Dessa forma você verá que tais anseios são mais comuns do que imagina.

Peça ajuda do marido

Ter o apoio do seu parceiro também é fundamental. Afinal, ele é a melhor pessoa para dividir as preocupações e procurar juntos formas de lidar com isso. É claro que ele também terá as inseguranças masculinas, mas como ele não sofrerá com um turbilhão de hormônios alterando o humor e mudando o corpo, o futuro papai precisa passar segurança para a mamãe.

Conversas, massagens relaxantes, dar espaço e apoiar a mulher são algumas ações que podem ajudar muito a deixar a mamãe mais segura para lidar com as alterações de humor na gravidez.

E aquela vontade de comer...

Quanto aos desejos alimentares, que podem ser ocasionados por ansiedade, fatores psicológicos e/ou deficiência de nutrientes, também é algo bem comum durante essa fase. Então, já deixe o seu marido ciente que ele poderá ser incumbido de encontrar um mercado aberto às 5 da manhã para comprar alcachofra e geleia de pêssego.

Um momento de calmaria

Com o passar dos meses, essas sensações controversas e confusas tendem a ficar mais sob controle, conforme a mamãe receba apoio e consiga lidar com as suas emoções.

Nos últimos meses de gestação, com a proximidade do tão esperado momento de dar à luz, é normal que volte a insegurança e a ansiedade. Procurar relaxar, meditar, visitar amigos e parentes, realizar um tipo de atividade física específica para gestante são meios que ajudam a lidar com isso.

Aprendendo com a vida

Para finalizar, lembre-se que ninguém vem ao mundo com um manual de instrução. Não foi assim com você e também não será com o seu filho. A vida é um aprendizado constante e a fase da gravidez é uma das mais marcantes para uma pessoa.

Por isso, não se sinta culpada de ficar com a cabeça a mil e lembre-se sempre de buscar apoio no seu parceiro, amigos e familiares, tenha certeza que eles vão te paparicar muito, afinal, mamães merecem todo o carinho do mundo.

Links da semana #137

17.02| Links da Semana
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A “adolescência” do bebê: a crise dos 2 anos de idade

16.02| Infância
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Seria maravilhoso se os bebês viessem “de fábrica” com um manual de instruções não é mesmo? Na verdade, se tratando de filhos o aprendizado é na prática, mas com troca de experiências tudo fica mais fácil. Um assunto que preocupa muitos pais é a famosa fase que os pequenos começam as birras. Chamada de crise dos 2 anos de idade, ou Terrible Twos (Terríveis dois), essa é a época que os pequerruchos começam a se sentir únicos.

Quando isso começa?

Apesar de ter o nome de crise dos 2 anos de idade, ela pode ir dos 18 meses até os 4 anos. É importante perceber que cada criança é única, por isso, a intensidade e duração não são vias de regras. Mas toda criança passará por esse estágio, visto que faz parte do desenvolvimento dela.

De repente o pequeno ser humano, que até então era totalmente dependente dos adultos começa a descobrir o mundo. Ele desenvolve a fala, aprende a andar e começa a tomar consciência de suas próprias vontades. “Eu não gosto disso”, “eu não quero fazer isso”, “eu quero isso agora”, são frases que exercem um grande poder.

Motivo das birras

Apesar do desejo de individualidade os pequenos ainda não possuem maturidade para exprimir seus desejos. Então o que eles fazem? Gritam, choram, esperneiam, fazem birra, gritam mais alto, etc. Como resultado, os pais não sabem o que fazer para parar a crise e normalmente cedem a pressão.

Acontece que os pequeninos ao passar pela crise dos 2 anos de idade sabem bem o poder de uma birra. Estudos indicam até que eles são capazes de modificar a frequência do som dos berros para “irritar” os papais. Isso tudo, é claro, é um processo inconsciente. A criança apenas está descobrindo sua personalidade, por isso é importante a dedicação dos pais.

Como lidar com a crise dos 2 anos de idade

O indicado é que os pais tenham muita paciência com os filhos durante a crise dos 2 anos de idade. Pode ser fácil falar isso agora, o difícil mesmo é manter a calma quando o pequeno está gritando, a plenos pulmões, no meio de um mercado lotado.

Procure dedicar tempo exclusivo ao seu filho, assim como escutar o que ele tem a dizer. Com aproximadamente 3 anos de idade ele já está em condições de aceitar negociações, por isso, explique as coisas.

Dicas para lidar com as birras

Durante uma crise, tente desviar o foco da criança com outra coisa, nada de gritar mais alto ou de ameaçar bater. Se você combinar um castigo, seja firme e cumpra, a criança precisa entender que as ações geram consequências

A importância da dedicação

É importante você ter em mente que o adulto que seu filho irá se tornar é consequência direta da crise dos 2 anos de idade. Saber limites, superar frustrações, entender individualidades, são exemplos de valores sendo desenvolvidos.

Então papais, muita calma, meditação e suco de maracujá, isso é uma fase e serão episódios pontuais!

Links da Semana #136

15.02| Links da Semana
Ensine seus filhos a esperar

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Vale a pena fazer um álbum do bebê?

25.01| Recém-Nascidos
Vale a pena fazer um álbum do bebê?

São tantas as emoções que envolvem o milagre da gestação, não é verdade?! Sentimentos que, na maioria das vezes, só os papais conseguem entender. A alegria de descobrir que serão pais, o primeiro ultrassom, o som do coraçãozinho batendo, a compra das roupinhas, os olhares de admiração para a barriga, imaginando como será aquele pequerrucho correndo pela casa.

Uma das melhores formas de registrar e eternizar esses pequenos, porém grandes e mágicos, momentos é por meio de um álbum de bebê. Além do fator nostálgico e da sensação tátil de folhear, tocar nas fotos e nos demais itens colocados, cada vez que você o pegar para dar uma folheada, provavelmente será transportado no tempo para aqueles dias maravilhosos.

E não podemos de deixar de citar, é claro, que um álbum de bebê é uma forma muito sentimental de mostrar para o seu filho o quanto ele foi amado e como cada pequena coisinha que ele fazia era motivo para colocar aquele sorriso bobo na cara dos papais babões.

Qual modelo escolher?

Primeiramente, você pode optar por usar um álbum tradicional ou aqueles em estilo scrapbook, que permitem customização. Há aqueles próprios para bebês que já vem com os espacinhos para preencher. Mas se fosse prefere algo mais “faça você mesmo”, pode comprar um caderno em branco e personalizar como preferir.

O que não pode faltar no álbum do bebê?

É bem provável que nos últimos meses da gestação e logo após o neném nascer, você não terá muito tempo para se dedicar ao álbum. Por isso, a dica é deixar uma caixinha estratégica e colocar as coisinhas lá dentro, como: pulseirinha da maternidade, teste de gravidez, ultrassom, convites, cartões dos amigos, lembrancinhas, algo do batizado, etc. Assim, você não perde nada e pode preencher o álbum quando conseguir. Outra coisa bem legal é guardar um jornal do dia que a criança nasceu!

Aposte nas fotos

Quanto as fotos, tire quantas puder. Só tome cuidado com flashes, pois podem incomodar os olhinhos sensíveis dos pequenos, e também com as poses (lembre-se que eles são todos molinhos e delicados, pois a estrutura óssea ainda não está toda formada). Por isso, cuidado para não ficar mexendo muito na criança. A dica é pegar momentos naturais: soninho, chorinho, chupando o dedinho, tomando banho, mamando, fazendo carinha de bravo.

E não esqueça dos detalhes: tire foto dos dedinhos, pezinhos, boquinha, narizinho, dobrinhas gostosas de morder, enfim, tudo aquilo que a criatividade deixar. Depois, você pode organizar as fotos em um mosaico, por exemplo.

Para os papais high-tech

É óbvio que não podemos ignorar os benefícios do mundo digital. Como você terá um espaço limitado no álbum do bebê, um conselho é comprar um pendrive com muito espaço para armazenar fotos e vídeos da criança. Outra coisa legal é montar um blog: lá, você pode narrar experiências de vida, como foi contar para a família sobre a gravidez, escrever sobre os anseios e sentimentos. E claro, postar muitas fotos nas redes sociais do seu bebê lindo e marcar a gente!

Dengucho na Moda: Biquínis, maiôs, sungas e calções infantis em Curitiba

24.01| Dengucho na Moda

O verão precisa ser bem aproveitado, uma vez que não dura muito em Curitiba, não é mesmo? Por isso, deixar seu denguinho brincar na água é uma ótima opção para refrescar nos dias de calor. Ele só vai precisar de uma roupa de banho bem legal que combine com o estilo dele.

Nas lojas Denguinho, você encontra biquínis, maiôs, sungas e calções infantis para crianças de todas as idades! São modelos lindos que vão fazer com que elas fiquem ainda mais fofas enquanto brincam para valer! Confira as dicas:

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Venha conferir esses e outros modelos nas lojas Denguinho em Curitiba:

Denguinho Pinheirinho

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    Av. Winston Churchill, 2346

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Denguinho Sítio Cercado

  • Endereço

    Rua Izaac Ferreira da Cruz, 2875

  • Telefone

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  • Whatsapp

    (41) 99953-5426

Esperamos sua visita! 

Links da Semana #135

20.01| Links da Semana
Dicas para criar crianças educadas

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