5 dicas para mães de primeira viagem

25.11| Gestação

5 dicas para mães de primeira viagem

Quando a mulher descobre que está grávida pela primeira vez, uma mistura de alegria e ansiedade dominam a mente dela. Na maiorias das vezes, bate a insegurança, aquele medo de não conseguir dar conta da enorme responsabilidade que é criar um filho. Se esse é o seu caso, relaxe! Nós listamos algumas dicas para mães de primeira viagem, para que você possa ficar tranquila e aproveitar todos os momentos da gestação:

1 – Você não precisa ser a mãe perfeita. Aliás, com que critérios alguém pode julgar uma mãe como perfeita? Assim como não existe uma família igual à outra, também não existe uma fórmula para a maternidade.

2 – “Na idade do seu filho, o meu já fazia isso ou aquilo”. Não caia na armadilha de colocar você e seus filhos em joguinhos de comparação. Isso não é saudável, uma vez que, na verdade, a criança não precisa competir com ninguém. Na maioria das vezes, ela vai resolver essas questões com o tempo.

3 – Caso perceba que há alguma situação realmente fora do normal, consulte o pediatra e relate os motivos de sua preocupação.

4 – Já ouviu falar que “intuição de mãe nunca falha”? A mãe, na maioria dos casos, sabe o que é melhor para o filho. Ficou em dúvida sobre qual é a melhor solução? Pergunte ao pediatra que faz o acompanhamento da criança, a pessoa mais indicada nesses momentos.

5 – Às vezes, outras pessoas vão querer dar conselhos sobre o que fazer em certas situações. Nesses casos, a melhor coisa a fazer é ouvir o que elas têm a dizer e filtrar as informações.

Keep calm e esqueça a insegurança. Você vai se sair bem, acredite!

Links da Semana #40

21.11| Links da Semana

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A cada semana, você encontrará recomendações de matérias importantes, que vão te deixar ainda mais informada sobre o universo do seu filho. Confira os cinco melhores links desta semana!

 

Dengucho na Moda: Moda Infantil para brilhar no Natal

17.11| Dengucho na Moda, Infância

Na época de Natal, não há algo mais tradicional que a figura do velhinho com roupas vermelhas, barba branca, cinto e botas pretas, que passa de casa em casa para deixar presentes e levar o espírito de alegria e união às famílias.

Se seus filhos estão ansiosos pela data, é justo presenteá-los com roupinhas novas e lindas. Pensando nisso, e de olho no verão, recomendamos blusas, saias e vestidos leves e confortáveis. Nas lojas Denguinho, em Curitiba, você encontra o que há de melhor na moda infantil, ótimas opções para você agradar seus pequenos!

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Links da Semana #39

14.11| Links da Semana

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Como envolver as crianças na organização do próprio quarto

12.11| Infância

Como envolver as crianças na organização do próprio quarto

Para muitas mães, casa arrumada por muito tempo vira um luxo. Então que tal colocar as crianças para ajudarem? Incentivar hábitos de organização é importante, uma vez que as tarefas ajudam a ensinar responsabilidade e obediência, qualidades que serão importantes para elas no futuro. Confira as dicas de como envolver as crianças na organização do próprio quarto:

Como essa habilidade não é uma coisa que seus filhos vão aprender de uma hora para outra, os pais precisam ter muita paciência durante o processo. A criança precisa entender que, ao final de uma atividade, é necessário colocar as coisas nos respectivos lugares. Mas para isso acontecer, antes defina um espaço para tudo. É importante também que você explique o motivo da tarefa e as vantagens adquiridas após a conclusão dela.

Comece delegando uma tarefa, a princípio ajudando sempre que for preciso. Com o passar do tempo, aumente a quantidade de tarefas que ela ficará responsável. Para ajudar a convencê-la, uma ótima tática é fazer com que a hora da organização fique mais divertida. Por exemplo: após uma tarde de diversão, diga que os brinquedos também precisam descansar e sugira que a criança os coloque para dormir. Além disso, é válido cantar ou inventar músicas, criar desafios (se a criança tiver um estilo mais competitivo) ou qualquer outro método que funcione.

Uma forma bem legal de estimular a criança a deixar o quarto dela mais limpo e organizado é fixar um esquema de tarefas por semana. Cada dia em que todas as tarefas forem completadas, a mãe faz uma marcação na tabela (com canetas ou adesivos). Ao final da semana, se tudo estiver marcado, a criança pode ganhar um prêmio ou escolher o almoço do final de semana. Com isso, ela vai se sentir útil e vai colaborar para que o ambiente fique mais bonito.

A Denguinho criou um checklist para que você não tenha o trabalho de elaborar um esquema ou tabela. É só baixá-lo pelo link e imprimir: Checklist Organização do Quarto

Nele, há linhas em branco que você pode preencher de acordo com as responsabilidades que a criança é capaz de realizar. Abaixo, algumas opções de tarefas e as respectivas indicações etárias:

– Colocar a roupa suja no cesto: 2 a 3 anos de idade
– Colocar os brinquedos no lugar: 2 a 3 anos de idade
– Arrumar a cama: 4 a 5 anos de idade
– Guardar os calçados: 4 a 5 anos de idade
– Jogar o lixo no lugar correto: 4 a 5 anos de idade
– Organizar material escolar: 6 a 7 anos de idade
– Dobrar e guardar roupas limpas: 8 anos de idade ou mais
– Deixar o armário organizado: 8 anos de idade ou mais

Links da Semana #38

07.11| Links da Semana

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Alimentação do bebê: quando trocar o leite materno pelos alimentos sólidos?

04.11| Recém-Nascidos

Alimentação do bebê

Uma dúvida que costuma preocupar pais e responsáveis é sobre o momento certo de trocar o leite materno pelos alimentos sólidos. Recomenda-se que a alimentação do bebê seja feita apenas com leite materno durante os 6 primeiros meses de vida. Nele contêm todos os nutrientes que o recém-nascido precisa para ficar saudável.

A partir dos 7 meses, os pais podem começar a substituir gradualmente as refeições da criança, observando a reação aos novos sabores. Os pais precisam ficar por perto sempre, prestando atenção para socorrer rapidamente em casos de engasgo.

Além do tempo de vida, outro modo de saber quando o bebê está pronto para essa transição é atentar se ele já consegue realizar os seguintes itens: manter a cabeça erguida, fazer movimentos de mastigação, ficar apoiado enquanto está sentado e mostrar curiosidade em relação à comida dos pais.

Então, é hora de entrar em ação. Há duas técnicas de apresentação dos alimentos sólidos:

Forma tradicional
A maioria dos pais costumam optar por essa maneira de fazer a troca. Nela, os alimentos são introduzidos aos poucos, um por vez, para dar tempo ao bebê de se habituar com sabores e texturas diferentes. De acordo com especialistas, esse é o jeito que garante maior variedade de nutrientes.

Uma dica é oferecer uma novidade a cada dois ou três dias, começando com frutas, seguida de legumes e verduras. No início, o melhor é peneirar, ralar, amassar, raspar ou espremer a comida. Comece com sucos e papinhas e depois vá alterando gradualmente a consistência, até acostumar.

Baby-lead Weaning
Popular em países estrangeiros, essa forma de transição não utiliza colheres ou papinhas e mingaus nas refeições. Após a retirada de cascas, sementes e caroços, os alimentos são picados em tamanhos diferentes e servidos à criança, cozidos ou crus.

A técnica possibilita que o bebê crie um interesse pela novidade e decida o que quer comer, na velocidade que desejar. Por isso, é necessário evitar pressão ou apressar o momento de descoberta. Desse modo, a curiosidade é desenvolvida e a mastigação incentivada.

E qual dessas duas formas é a melhor?
Você pode fazer um teste para ver com qual delas a criança se adapta melhor ou ainda intercalar ambas para que o pequeno obtenha todos os benefícios e continue crescendo com saúde.

Veja também:

Amamentação: mitos e verdades

Amamentação: mitos e verdades 2

Links da Semana #37

30.10| Links da Semana

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Qual é a importância do Teste do Pezinho para os bebês?

28.10| Recém-Nascidos

Qual é a importância do Teste do Pezinho para os bebês?

O bebê acabou de nascer e a comemoração da família é intensa. É necessário lembrar, porém, de levar o seu denguinho ainda na primeira semana para fazer o Teste do Pezinho, um exame obrigatório em todo o território nacional há mais de 20 anos.

Também chamado de Triagem Neonatal, o teste é feito entre o 3˚ e 7˚ dia de vida do bebê. Muitas doenças não apresentam sintomas no início, por isso o exame é muito importante para identificar, prevenir sequelas e iniciar o tratamento precoce de doenças genéticas (transmitidas pelos genes dos pais) ou doenças congênitas (desenvolvidas no útero durante a gestação).

O teste é rápido e não causa sofrimento ao recém-nascido. Nele, são retiradas pequenas gotas de sangue do calcanhar do bebê. O exame pode ser feito na própria maternidade ou hospital, além dos postos de saúde.

Há duas opções de triagem, a básica e a ampla, que detectam as doenças abaixo, sendo que a quantidade de doenças verificadas varia de acordo com a cidade:

  • Anemia falciforme: doença hereditária que pode levar a alterações em todos os órgãos e sistemas do corpo;
  • Deficiência de biotionidase: pode levar a convulsões, falta de coordenação motora, atraso no desenvolvimento e queda dos cabelos;
  • Fenilcetonúria: uma doença que causa um comprometimento neurológico no desenvolvimento da criança;
  • Galactosemia: doença que faz com que a criança não consiga digerir o açúcar presente no leite, podendo levar a um comprometimento do sistema nervoso central;
  • Deficiência de glicose 6-fosfato desidrogenase: facilita o aparecimento de anemias, que podem variar de intensidade;
  • Hipotireoidismo congênito: doença que pode levar à deficiência mental e a malformações físicas;
  • Hiplasia adrenal congênita: doença que faz com que a criança tenha uma deficiência de alguns hormônios e um exagero na produção de outros, que pode, inclusive, levar à morte;
  • Toxosplamose: doença que pode ser fatal ou levar à cegueira, icterícia (pele amarelada), convulsões ou retardo mental;
  • Fibrose cística: doença que leva à produção de uma grande quantidade de muco, comprometendo o sistema respiratório e afetando também o pâncreas.

Para escolher qual dos dois tipos de triagem é a melhor alternativa, é recomendável ter uma conversa com o pediatra que acompanhou a gravidez. O especialista vai se basear em itens como histórico familiar, o desenvolvimento da gestação e a incidência de determinadas doenças na região para fazer essa indicação.

Os resultados do Teste do Pezinho são disponibilizados em um mês após a coleta do material. Tomando este cuidado, você estará dando mais um passo para criar uma criança saudável e feliz.

Fonte: Baby Center, Tua Saúde e Site do Dr. Drauzio Varella

Links da Semana #36

24.10| Links da Semana

Links da Semana

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